sábado, 14 de agosto de 2021
Guardiã do Cerrado - AMANDA PEREIRA SANTOS
sexta-feira, 13 de agosto de 2021
Fotossíntese - ALDIRENE MÁXIMO
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
Sem excesso de futuro! - AGNETE SOMBRA
quarta-feira, 11 de agosto de 2021
Pílula - VERA LÚCIA DE OLIVEIRA
terça-feira, 10 de agosto de 2021
Colo perfumado - TERCIANA MARTINS
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
Caminhos - TAIASMIN OHNMACHT
domingo, 8 de agosto de 2021
Rostos apagados - SHIRLEI PINHEIRO
sábado, 7 de agosto de 2021
E nem sei o dia - ROSE PEREIRA
sexta-feira, 6 de agosto de 2021
Transversas - RITA QUEIROZ
quinta-feira, 5 de agosto de 2021
O Tempo e a sabedoria - RITA PINHEIRO
quarta-feira, 4 de agosto de 2021
DEZ PERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS... CELÊNE IVO JUNQUEIRA BACELAR
1 - O que entrega de si, enquanto pessoa, na hora de escrever?
Entrego com amor toda a minha capacidade de criação e o faço com prazer.
2 - Criar textos é uma necessidade ou um passatempo?
Escrever, para mim, não é necessariamente um passatempo. A poesia está na alma, gosto de expressar, através dos versos, o que sinto e penso. Nos momentos de inspiração, registro imediatamente os pensamentos, satisfazendo meu ego. Sendo assim, uma necessidade.
3 - O que é mais importante na escrita, a espontaneidade ou o cuidado linguístico?
Os dois aspectos são importantes, mas o cuidado linguístico sobrepõe à espontaneidade. A escrita pode ter originalidade, mas sem boa linguística perde um pouco a beleza.
4 - Em que género literário se sente mais confortável e por quê?
Poesia. Sinto-me realizada quando crio versos. A poesia faz parte de mim, está na alma.
5 - Que mensagens existem naquilo que escreve?
Passo mensagens que levam à reflexão. Mensagens positivas de vida, de amor e de esperança.
6 - Quais as suas referências literárias?
Ah, são tantas que eu poderia citar!! Cito apenas alguns autores que aprecio bastante: Machado de Assis, Carlos Drummond, Cecília Meireles, Cora Coralina. Gosto muito de María Dueñas e, como creio no sobrenatural, sou fã de Pedro Siqueira.
7 - O que acredita ser essencial na divulgação de obras e autores?
Acho ser essencial o marketing editorial na divulgação de obras e o pessoal, na de autores. Fotos com boa apresentação e conteúdos para atrair leitores.
8 - O que concretizou e o que ainda quer alcançar no universo da escrita?
A publicação do meu livro de poemas foi um sonho que realizei. Pretendo publicar o segundo assim que passar esse período atual que estamos vivendo. Estando ao meu alcance, quero participar de eventos literários a fim de divulgar meu trabalho.
9 - Por que participa em trabalhos colectivos?
Porque acho formidável divulgar nosso trabalho através desse meio e, ao mesmo tempo, conhecer o trabalho de outras pessoas.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
Se você pudesse voltar no tempo, o que faria diferente? Não mudaria nenhum acontecimento, apenas aprimoraria alguma coisa em alguns. Grata.
Lívia é um pêndulo - JOSELMA NOAL
terça-feira, 3 de agosto de 2021
Sem pintura - CONCEIÇÃO CRUZ
segunda-feira, 2 de agosto de 2021
Entra na minha vida - C. GONÇALVES
domingo, 1 de agosto de 2021
Para sempre em mim - ANA MENDES
segunda-feira, 26 de julho de 2021
DEZ PERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS... SIGRIDI BORGES
Agradecemos à autora SIGRIDI BORGES pela disponibilidade em responder ao nosso questionário
1 - O que entrega de si, enquanto pessoa, na hora de escrever?
Tudo o que está preso na minha garganta. Não sou uma pessoa extrovertida. Consigo me expressar através da escrita. Mas nem sempre foi assim. Com o passar do tempo, fui mudando, aprendendo e criando... Amadureci.
2 - Criar textos é uma necessidade ou um passatempo?
Necessidade. Preciso escrever, isso me faz bem.
3 - O que é mais importante na escrita, a espontaneidade ou o cuidado linguístico?
A espontaneidade vem primeiro. O cuidado com a escrita, correções e adequações são importantes, mas precisam ser trabalhados depois que a ideia já está colocada no papel.
4 - Em que género literário se sente mais confortável e porquê?
Lírico, com certeza. Gosto de sonetos clássicos, de trovas e de haicais. Acredito que, por eu ser matemática, acabo misturando as letras com a métrica dos versos. Gosto de contar as sílabas para formar as frases. Às vezes pode parecer um pouco engessado, mas discordo. Escrevo com prazer e tento obedecer à estrutura. Ainda acho o haicai mais difícil de ser criado: poucas palavras para dizer tudo o que se deseja. Um desafio.
5 - Que mensagens existem naquilo que escreve?
Depende muito da inspiração. Ela surge sem eu perceber. Acredito que o estado emocional colabora. Basicamente são mensagens de fé, de esperança, de carinho, de persistência, observando o cotidiano daqueles que me cercam.
6 - Quais as suas referências literárias?
Cora Coralina, Mário Quintana e Paulo Bomfim.
7 - O que acredita ser essencial na divulgação de obras e autores?
A interação com outros autores, participação de concursos literários, a mídia. Principalmente leitores. Precisamos de leitores.
8 - O que concretizou e o que ainda quer alcançar no universo da escrita?
Tenho dois livros infantis que surgiram durante conversas em família. Ainda tenho mais alguns deles para publicar. Tudo a seu tempo. O que ainda quero alcançar? Talvez trabalhar numa editora, numa biblioteca.
9 - Porque participa em trabalhos colectivos?
Acredito que o escritor consegue uma maior divulgação de seus trabalhos quando participa de projetos com talentos diversos. Ele passa a ser mais conhecido no meio literário, aprende com os colegas, divulga seu talento, mostra o que gosta de fazer. E fazer com dedicação.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
Você gostaria de ainda ser criança? Responderia sim.
sexta-feira, 16 de julho de 2021
DEZPERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS... ZENÓBIA MELO
Agradecemos à autora ZENÓBIA MELO pela disponibilidade em responder ao nosso questionário
1 - O que entrega de si, enquanto pessoa, na hora de escrever?
A alma. Nos meus escritos, me desnudo.
2 - Criar textos é uma necessidade ou um passatempo?
Necessidade. Em muitos deles, me desabafo, fico mais leve.
3 - O que é mais importante na escrita, a espontaneidade ou o cuidado linguístico?
O mais importante é me fazer entender, em um linguajar simples, todavia, não descuidar na grafia correta das palavras.
4 - Em que género literário se sente mais confortável e porquê?
Conto. Minha imaginação viaja que é uma beleza...
5 - Que mensagens existem naquilo que escreve?
Muita filosofia de vida, conselhos tirados da própria experiência e da dos outros.
6 - Quais as suas referências literárias?
Na adolescência, livros que me ensinaram a crescer, a amadurecer: Saint Exupéry, (Pequeno Príncipe), Eleanor H. Porter, (Pollyanna), Dale Carnegie, (Como Evitar Preocupações e Começar a Viver), Ariano Suassuna, Jorge Amado, enfim, sou fã dos escritores e poetas nordestinos.
7 - O que acredita ser essencial na divulgação de obras e autores?
Exposição em lugares muito frequentados e não se esquecer de que “a propaganda é a alma do negócio”.
8 - O que concretizou e o que ainda quer alcançar no universo da escrita?
Editar livros. Sinto um vazio por não ter escrito ainda um romance.
9 - Porque participa em trabalhos colectivos?
Por mera casualidade ao receber convites para tal.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
Está feliz com o decorrer da
sua vida, desde o seu nascimento até os dias atuais?
Responderia Sim. Porque o se não existe para mim. O que passou, o presente e o futuro, foi , é e será o que tem de ser. Exemplo: corre-se tanto atrás de um sonho que nunca acontece, enquanto outros, quando menos se espera caem de pára-quedas em nossos braços... São os mistérios da vida...
domingo, 11 de julho de 2021
DEZ PERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS... HUMBERTO CELLUS
Agradecemos ao autor HUMBERTO CELLUS pela disponibilidade em responder ao nosso questionário
1 - O que entrega de si, enquanto pessoa, na hora de escrever?
Tempo e concentração em busca do melhor pro bem da Poesia e da escrita
2 - Criar textos é uma necessidade ou um passatempo?
Uma enorme necessidade que se torna em instantes um passatempo agradável e responsável.
3 - O que é mais importante na escrita, a espontaneidade ou o cuidado linguístico?
A espontaneidade.
4 - Em que género literário se sente mais confortável e porquê?
Gosto de penetrar nos costumes e dizeres da Literatura de Cordel.
5 - Que mensagens existem naquilo que escreve?
Indicar a não presença do amor e suas consequências.
6 - Quais as suas referências literárias?
Aos versos encontrados na Literaturas de Cordel.
7 - O que acredita ser essencial na divulgação de obras e autores?
Os recitais de poesias que revelam seus títulos e autores.
8 - O que concretizou e o que ainda quer alcançar no universo da escrita?
A participação em ANTOLOGIAS e a construção de uma autobiografia.
9 - Porque participar em trabalhos colectivos?
É a grande relevância para o escritor ter a oportunidade de parceria.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
Como se faz um
poema?
Com a força da alma nas batidas do coração.
sábado, 10 de julho de 2021
DEZ PERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS... CECÍLIA SOUSA
Agradecemos à autora CECÍLIA SOUSA pela disponibilidade em responder ao nosso questionário
1 - O que entrega de si, enquanto pessoa, na hora de escrever?
Quando estou escrevendo esqueço de tudo ao meu redor, me entrego por inteira e me isolo para me concentrar.
2 - Criar textos é uma necessidade ou um passatempo?
Criar textos é como está dando vida ao imaginário, é um passatempo que se faz necessário, ou seja, não vivo de fazer texto, então faço porque gosto.
3 - O que é mais importante na escrita, a espontaneidade ou o cuidado linguístico?
Os cuidados linguísticos devemos ter sempre, para quem ler isso fará muita diferença, ou seja, a forma como escrevemos é a forma como o leitor nos ver e tudo fica mais interessante quando junta os cuidados e a espontaneidade, sinto necessidade de passar para o papel os meus sentimentos e pensamentos.
4 - Em que género literário se sente mais confortável e porquê?
O gênero lírico, por ser uma pessoa romântica. A poesia, sem sombra de dúvida, nela deixo viajar/ fluir meus pensamentos e sentimentos , é na poesia que me acho.
5 - Que mensagens existem naquilo que escreve?
Procuro escrever o que vem do coração, sempre positiva em tudo que escrevo, que a vida deve ser vivida da melhor forma possível, então em minhas poesias eu me dedico com toda emoção para que meus leitores gostem de ler.
6 - Quais as suas referências literárias?
As minhas referências literárias são a Cora Coralina, Cecília Sfalsin, Cecília Meireles, Raquel de Queiroz, Mia Couto, Mário Quintana etc. Mas tudo que escrevo tem muito de mim, ou seja, coloco minha alma nas poesias.
7 - O que acredita ser essencial na divulgação de obras e autores?
Hoje divulgar é muto fácil, temos vários meios de divulgação acessível. Eu prefiro as antologias que participam vários autores de cidades, estados e até países diferentes e com isso o seu trabalho chega em toda parte.
8 - O que concretizou e o que ainda quer alcançar no universo da escrita?
O que me concretizou foi as publicações em várias antologias e por ter organizado a I antologia da Academia de Letras do Sertão Pernambucano – ALESPE.
9 - Porque participa em trabalhos colectivos?
O trabalho coletivo nos possibilita compartilhar saberes, nos permite ver e ser vista por muitos outros autores até ter coragem que publicar o seu trabalho solo.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
Uma pergunta que se me perguntassem eu não saberia responder, mas gostaria mesmo assim que me fizessem: “Se não houver amanhã, você é feliz hoje?
sexta-feira, 9 de julho de 2021
DEZ PERGUNTAS MULHERIO DAS LETRAS PORTUGAL... CELÊNE IVO JUNQUEIRA BACELAR
Agradecemos à autora CELÊNE IVO JUNQUEIRA BACELAR pela disponibilidade em responder ao nosso questionário
1 - Poesia, prosa ou conto, por quê?
Poesia. Porque a poesia é parte de mim, está na alma. Quando estou escrevendo isolo-me no meu eu, entrego-me totalmente àquele momento. Os pensamentos vagueiam criando o meu mundo de fantasias. Envolta pelo véu da criação, extravaso o que sinto, penso e, muitas vezes, transporto para mim o exterior.
2 - Quase um ano de pandemia, o que mudou na sua rotina, enquanto autora?
O tempo dedicado à criação. Como fomos obrigadas a ficar em casa, as ideias fluíram com mais facilidade.
3 - O que tem feito para manter-se produtiva e dar continuidade aos projectos em tempos tão restritos?
Como sou aposentada, continuei a escrever sem interrupção. Mesmo por que para não ficar absorvendo o sofrimento do próximo.
4 - Pontos positivos e negativos na sua trajetória na escrita.
Positivos.
Participei da primeira Coletânea em 2019. Um Concurso Brasileiro de Poesia, com
tema específico, promovido pela farmácia Pague Menos. Nesse período de crise
que, infelizmente, ainda não terminou, tive a oportunidade de participar de
nove, entre Coletâneas e Antologias. Cinco da In-Finita.
Negativos. Devido à pandemia, precisei adiar a publicação do meu segundo livro, já que os amigos esperam um evento presencial para o lançamento.
5 - O que pensa sobre essa nova forma de estar, onde tantas pessoas começaram a utilizar LIVES e VÍDEOS para promover suas atividades?
Acho ótimo. É um meio de estar com pessoas diferentes e conhecer a maneira de pensar de cada uma.
6 - Acredita que o virtual, veio ocupar um espaço permanente, sobrepondo-se aos encontros literários presenciais, pós pandemia?
Acredito que vai continuar por mais tempo, mas não permanente. As pessoas gostam de confraternização, partilhar ideias.
7 - Se pudesse mudar um acontecimento em sua vida literária, qual seria ?
Por falta de experiência, a publicação do meu livro de poemas foi feita sem nenhuma divulgação. Hoje faria diferente.
8 - Indique-nos um livro que lhe inspirou.
Gosto muito de Cora Coralina, com quem me identifico um pouco, Carlos Drumond de Andrade e Cecília Meireles. Na verdade nenhum livro me inspirou. Se eu escrevesse romance, dentre tantas leituras inspiradoras, poderia indicar “O Perfume da Folha de Chá” de Dinah Jefferies.
9 - Quem é Celêne Ivo Junqueira Bacelar no reflexo do espelho ?
É uma pessoa com qualidades e defeitos, sobressaindo mais as qualidades. Fé em Deus, determinada, corajosa, gosta de buscar o novo, sempre com pensamentos positivos.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
Qual sonho, em sua vida literária, gostaria que fosse realizado? É realmente um sonho. Sucesso e ser reconhecida.
Celêne Ivo Junqueira Bacelar, professora aposentada, licenciada em Letras Vernáculas pela UFBA, casada, reside em Feira de Santana, Ba. Tem publicados um livro de poemas, Amor e Vida, textos e poemas em jornal desta cidade. Participação em Coletâneas: 2019, de um concurso literário brasileiro de poesias, 2020, Pandemia de Palavras, Ecos do Nordeste, Toca a Escrever da In-Finita-Porugal e da Antologia Lírica Urbe da Editora Edições & Publicações.







