segunda-feira, 15 de outubro de 2018

DEZ PERGUNTAS A... TEREZINHA MALAQUIAS


Agradecemos à autora TEREZINHA MALAQUIAS a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Sou uma pessoa/autora que usa a escrita e a arte como forma de visibilidade e resistência. Escrever e fazer arte para mim é sinônimo de política. A caneta e o pincel são meus palanques e palcos.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

Sem dúvida alguma muito mais transpiração. Mas alguma inspiração também. Observo as pessoas e a vida cotidiana. Isso me inspira a escrever. Mas estudo e leio bastante para aprender cada vez mais. Exercito a escrita diariamente.

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Pretendo provocar alguma emoção. Uma alegria, um riso, uma reflexão ainda que pequena. Pretendo transmitir a esperança no ser humano. Que possamos acreditar e enxergar que somos muito melhores do que sabemos. Um pequeno gesto é capaz de fazer toda a diferença.

4 - Por que escreve poesia?

Porque foi meu amor primeiro. Aos 11 anos me apaixonei pela poesia. Desde então caminhamos juntas.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Participo de saraus  e eventos literários aqui na Alemanha e no Brasil. Publico nas minhas redes sociais. Gravo minhas poesias e posto no meu canal no youtube.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Tem um impacto bom e, acredito que a tendência é crescer cada vez mais. Tenho boa visualização no meu canal no youtube por exemplo. E em todas as outras mídias.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Um bom trabalho e muita disciplina/persistência para divulgar em todas as redes possíveis. Participar de antologias, encontros literários, saraus... levar a literatura literalmente  “aonde o povo está”.

8 - O que ambiciona como autora?

Ser publicada por uma grande editora. Ser traduzida para alguns idiomas. Por exemplo: alemão, espanhol, francês, inglês, italiano... ambiciono ser lida por muitas pessoas. Ambiciono fazer leitura para  pessoas ao redor do mundo. Sonho em viajar divulgando o nosso português mundo afora.

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

Sem dúvida alguma livro físico. Gosto de e-book e é muito prático, principalmente em viagens. Mas livro físico é amor eterno. Folhear um livro, sentir a textura, o cheiro é maravilhoso. Sinto arrepios na alma.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

O que eu desejo para o Brasil e o mundo?
Desejo respeito, escola de qualidade, muita literatura, justiça social, fim do racismo, machismo, toda e qualquer forma de discriminação e preconceito. Que cada pessoa possa ser o que ela quiser. O que ela é. Desejo segurança e paz. Acredito sim que a leitura e a arte têm poder transformador na vida das pessoas. Pode mudar o mundo e torná-lo um lugar muito melhor.

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domingo, 14 de outubro de 2018

DEZ PERGUNTAS A... SANDRA RODRIGUES


Agradecemos à autora SANDRA RODRIGUES a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Como autora e pessoa, posso dizer que somos duas numa só. Somos pensadoras, vivemos cada instante com todos os sentidos aguçados. Intimistas nos textos e na vida.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

A inspiração chega, é preciso trabalhar junto a ela para o melhor sobressair. Prazeroso por sinal!

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Sinceramente, espero transmitir o melhor, em cada texto, estou sempre procurando  algo  a ser descoberto. Vou me vasculhando!

4 - Por que escreve poesia?

Escrevo emoções, meus sentimentos, minha visão do mundo. Uma forma de me esvaziar, trazer a tona as descobertas diante a vida.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Para promover minha escrita participo de grupos de escritores, antologias e concursos literários. Participante nas redes sociais.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

As redes sociais vem me ajudando interessantemente. Abriu-me portas, novos caminhos e visões de futuros em prol da escrita e dos escritores.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

É preciso estar conectado as redes sociais como grupos de escritores, editoras, participação em antologias em livros físicos e virtuais, saraus.

8 - O que ambiciona como autora?

Quero meus textos lidos, que de alguma forma emocione, mude a forma de pensar, inspire outras pessoas.

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

Os dois. Levarão para longe minhas escritas. Digo sempre, “para o mundo”. Como uma leve brisa!

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Você já tem algum livro pronto? Sim, entre poesias, contos, crônicas e infantis (trabalhando também nas ilustrações).

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sábado, 13 de outubro de 2018

DEZ PERGUNTAS A... ANA CAVA


Agradecemos à autora ANA CAVA a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

“Era uma vez...” um ser humano que se apaixonou por papéis e canetas.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

É fisiológico. Sabe aquela necessidade que você tem? Às vezes as duas da manhã? Se isso é inspiração...

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Uma boa emoção já é lindo.

4 - Por que escreve poesia?

Comecei ainda criança. Meu pai estimulava muito leitura,escrita.
Me levava para o trabalho dele e eu ficava sentada em uma mesa, escrevendo...escrevendo... podendo fazer tantas bagunças...(risos)

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Nada. As antologias foram surgindo e eu aceitando participar. Nem livro solo eu tenho.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Não diria impacto, mas sempre nos conecta com boas oportunidades, como essa agora.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Transparência, autenticidade, uma boa parceria, entendimento mútuo, ausência de vaidade, de achar que você tá sozinha(o). Divulgação é trabalho de equipe.

8 - O que ambiciona como autora?

Pretendo continuar deixando fluir. As melhores coisas acontecem quando você permite-se ser simples, natural, autêntica(o).

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

Gosto do físico, do toque, do folhear. Já adormeci abraçada a muitos livros, mas entendo que é importante que a leitura seja forte ainda que em formato digital.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Como traduziria o que é participar de uma antologia Brasil-Portugal? E eu responderia:
Me sinto honrada. Emocionada. Pela primeira vez minha poesia sendo apresentada para um outro país, com uma cultura linda, berço de poetas fantásticos.
Me sinto grata. E espero que seja um sucesso e uma luz para todos os envolvidos.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

DEZ PERGUNTAS A... ANANDA LIMA


Agradecemos à autora ANANDA LIMA a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Sou uma pessoa que estar em construção e como escritora, também. A cada leitura, a cada escrita, percebemos o quanto temos a melhorar, a aperfeiçoar.
Para ser um bom escritor, é preciso ser um bom leitor. Ter parâmetros para a criação, mas também para ousar, transcender os estilos.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

Os dois. Me inspiro muito com tudo que ocorre à minha volta, com o que percebo e sinto do mundo.

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Emoções. Podem ser as mais diversas possíveis. As pessoas podem se sentir provocadas, por se identificarem com o tema ou algum elemento do texto. A minha escrita tem muito a ver com o que sinto, com o penso de mundo.

4 - Por que escreve poesia?

Comecei a escrever poesia recentemente. A poesia tem uma leveza, uma sutileza que me encanta, me fascina. Sempre gostei.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Tenho três livros de literatura infantil publicados. As poesias que tenho escrito, costumo publicar nas minhas redes sociais.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Elas são o meio de aproximação do leitor com as obras. Nos possibilita maior visibilidade. Acho que quando bem utilizada, é uma ferramenta interessante.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Escritores independentes têm mais dificuldades para divulgação do trabalho. É importante participar de feiras e festas literárias.  As redes sociais pode ser um grande aliado.

8 - O que ambiciona como autora?

Ter mais inspiração para a escrita. Continuar escrevendo. Ser lida.  

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

Livro físico. Sentir o livro é algo mágico, perceber a sua textura, sua cor, seu cheiro faz parte da sua constituição. Há uma magia nisso tudo que julgo essencial para adquirir um livro. É evidente que o que está escrito é o mais importante, mas segurar o livro nas mãos para ler, para mim, é imprescindível.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Você é feliz como escritora?
Sim. Escrevo sobre o que acredito. Tenho a oportunidade de eternizar através da escrita minhas emoções. Isso já me faz feliz como escritora.

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

DEZ PERGUNTAS A... TOM KBÉLO


Agradecemos ao autor TOM KBÉLO a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autor e pessoa?

Um romântico, entusiasta da vida e da felicidade espontânea, buscando a alegria de viver no cotidiano, sendo ator das mudanças que quero para minha vida de maneira eficaz. Acredito que toda forma de arte é parte de nossa alma, o que transborda transforma-se nas mais diversas expressões artísticas. Busco levar e incentivar cultura por todos os meios, pois acredito que a vivência cultural torna as pessoas mais sensíveis e empáticas. A oportunidade artística deve ser levada a todos, de modo democrático, e minha luta de vida é essa.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

Tem 50% de cada um. Sem inspiração não consigo fazer nada. Por outro lado, a cada minuto,  o mundo traz diversas inspirações, e a transpiração deve fazer com que essa inspiração seja traduzida de maneira que minha linguagem seja bem compreendida e ganhe qualidade.

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Um prisma diferente do mundo, em que as relações humanas possam crescer e ser salutares no campo do amor, da amizade, dos estudos, do trabalho e a relação com seu meio ambiente, urbano e selvagem, de forma a tratar o respeito como fundamento essencial para nosso desenvolvimento pleno.

4 - Por que escreve poesia?

É como respirar. Escrevo porque é natural fazer isso, quando menos espero os versos me transformam em canal para transmitir a poesia do mundo em poemas. Esse é meu modo de dialogar com minhas inquietações, sendo elas ruins, boas ou simplesmente reflexivas. Acredito que a poesia está em toda parte, nas mais diferentes expressões, e eu a traduzo na forma escrita e na minha dança, uma celebração da vida.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

No início, período de primeira escola, minhas leitoras eram as professoras; com o passar dos anos, meus leitores eram meus amigos de sala de aula. Chegando na adolescência, comecei a frequentar saraus, por influência de amigos que faziam o curso pré-vestibular comunitário. Ali foi um divisor de águas, participei de um grupo de estudos na extinta ACCS (Associação Casa de Cultura Sapopemba 2007-2008) com poemas de autores que iam de camões a Fernando Pessoa, Baudelaire a William Blake, Lorca, Lemisnky, Alvares de Azevedo, Augusto dos anjos. Nele apresentávamos também nossos próprios poemas e comecei a participar de saraus. Em 2016, criei uma página no Facebook para divulgar meus poemas e crônicas. Ainda apresento meu trabalho em saraus e estou escrevendo um livro de poemas.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

São ferramentas que ampliaram a divulgação e o acesso aos meus trabalhos na área de cultura e educação, já que trabalho com produção de eventos.  Possibilitaram contatos que seriam impensáveis, cursos e leituras que me enriqueceram não só como poeta, mas como ser humano. Acredito na importância e na conscientização do uso dessas importantes plataformas.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

A participação de quem acredita no projeto, começando pelo próprio poeta. A internet, por exemplo, possibilita diversas formas divulgação, e tanto o autor como os demais envolvidos com cada obra podem utilizá-la para esse fim, com comprometimento. Isso potencializa todo trabalho desenvolvido e encurta etapas para o êxito.

8 - O que ambiciona como autor?

Viver a arte que habita em mim no momento, jogando ao exterior o que me transborda, de forma a me entender como pessoa e poeta posteriormente, interagindo com os mais diversos gêneros e obras literárias; ser um incentivo para várias pessoas com um histórico de vida longe do mundo das letras, trazendo cada vez mais autores e leitores, mostrando que se pode ouvir e ser ouvido por meio da palavra escrita.

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

Os dois têm espaço. Não acredito que haja substituição, creio que o e-book veio para somar em tempos em que a rotina se acelera. Penso ser importante disponibilizar o livro nos dois formatos, destacando a importância do livro físico, que é a obra sacramentada, um marco importante para o artista, e também a importância do e-book, que pode facilitar o acesso dos escritos a todos, independente de localidade ou classe social, transpondo barreiras antes nunca sonhadas.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

A pergunta que eu gostaria que me fizessem é: Como é possível expandir o número de leitores?
Como trabalho em núcleos com potenciais artísticos gigantescos, mas sem equipamentos culturais, diria: investimentos - governamentais e privados - em produção de arte, dando espaço para a população periférica, atraindo milhões de pessoas que tem muito a dizer e muito a apreciar; e para isso não é necessário apenas muito dinheiro, mas organização, atitude e dedicação.

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