terça-feira, 13 de junho de 2023
O abismo (excerto 9) - CARLA SANTOS
segunda-feira, 12 de junho de 2023
Festa das amoras (excerto) - ADELAIDE VEIGA
Caso 15 (excerto) - DALMO MEDEIROS
domingo, 11 de junho de 2023
Peabiru (excerto 3) - CARLOS DOMINGUEZ
Contatos com o além (excerto) - ANGELA RODRIGUES
sábado, 10 de junho de 2023
Atrevimento - ANTÓNIO ALMAS
Nem depois de morto (excerto) - TEREZINHA PEREIRA
O fotógrafo conta a Rodrigo sua história. Diz que juntara tudo que resultara de muitos anos de trabalho na capital e, com mulher e filha pequena, mudara-se para Tiradentes. Sentia-se enfastiado com tanto ruído e a constante agitação de Belo Horizonte. Ele e a mulher preferiram viver com mais sossego numa pequena cidade, mesmo ganhando menos dinheiro. Com a venda do carro e mais algumas economias, havia comprado uma pequena casa na periferia da cidade. O estúdio de fotografia, que denominaram Cenário Photographias, estava instalado num imóvel alugado por um preço alto, por ser ali, na Padre Toledo, próximo ao Museu da cidade. Ele e a mulher confiavam no sucesso do trabalho especial que ofereciam. A cidade do início do século XVIII era ideal para fotos de época: suas edificações, as ruelas mal traçadas, os lampiões afixados nas paredes externas das casas do centro histórico... Tudo isso contornado, em parte, pela Serra de São José, um maciço de pedra coberto por diversos tipos de vegetação, singular ornato, um presente da natureza. Na mesma rua do estúdio, numa quina do Largo do Sol, abrigado na casa onde morou o inconfidente, Pe. Carlos Corrêa de Toledo, fica o Museu Padre Toledo, ex-vigário da antiga Vila de São José, da Comarca do Rio das Mortes, hoje Tiradentes. Tem como vizinho, à esquerda, a igreja de São João Evangelista.
EM - TRINDADE - TEREZINHA PEREIRA - IN-FINITA
quinta-feira, 8 de junho de 2023
Anúncio do fim (excerto) - ANA RITA ROCHA
O abismo (excerto 8) - CARLA SANTOS
quarta-feira, 7 de junho de 2023
A fase baiana (excerto) - DALMO MEDEIROS
terça-feira, 6 de junho de 2023
Peabiru (excerto 2) - CARLOS DOMINGUEZ
Relação com médicos e profissionais da saúde - ANGELA RODRIGUES
sábado, 3 de junho de 2023
O abismo (excerto 7) - CARLA SANTOS
sexta-feira, 2 de junho de 2023
Caso 12 (excerto) - DALMO MEDEIROS
Um lugar no tempo (excerto) - ADRIANA MAYRINCK
quinta-feira, 1 de junho de 2023
Sessões da quimioterapia – Uma sentença de morte? - ANGELA RODRIGUES
Peabiru (excerto 1) - CARLOS DOMINGUEZ
quarta-feira, 31 de maio de 2023
Pai, Filho, Espírito Santo (excerto) - TEREZINHA PEREIRA
– Falta tino, Pai. Discernimento, prudência, cuidado, intuição, siso. São coisas que deixaram de fazer parte da vida dos homens. Anos atrás, Pai, era com carros conduzidos por animais que aconteciam os desastres. Coisa de pouca monta. Machucava um aqui, outro ali. Morriam ou se machucavam alguns, raramente. Nunca uma porção de gente, como ocorre hoje nas estradas lisas, sem asperezas. Olhe aquela pintura ali na parede do lado. Aquela que um homem de fé mandou fazer, que representa um desastre que ocorreu com um filho dele. O menino devia estar com seus sete anos de idade quando caiu debaixo de um carro de bois. O carreiro, na hora, tirou o chapéu e invocou a Trindade. Pode ser que, pelo grito do guia, os bois tivessem empacado e, por essa razão, não machucaram o menino, que saiu dali são e salvo. A família toda ficou agradecida ao Pai. Vês a outra pintura. Sinal de gratidão pela existência de um Ser mais poderoso do que os daqui desta Terra. Um homem cai do cavalo e escapa ileso. Atribuem às mãos do Pai.
EM - TRINDADE - TEREZINHA PEREIRA - IN-FINITA






