sexta-feira, 24 de agosto de 2018

DEZ PERGUNTAS A... ANDRÉ GALVÃO


Agradecemos ao autor ANDRÉ GALVÃO a disponibilidade me responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autor e pessoa?

Como autor, sou um observador do mundo e admirador da literatura que há em tudo. Como pessoa, sou inquieto e inconformado. Isso me aflige, mas também me agrada.

2 - Quais as influências do Nordeste na sua escrita?

Nasci aqui, e tudo a minha volta me inspira, mas não só o que há de belo em nossa exuberante paisagem: as desigualdades, o abandono, os caos do cotidiano também são inspiração. Acho que essa mistura me inspira e influencia o que sinto, penso e escrevo.

3 - O que lhe motiva a escrever? E porquê a poesia?

Motiva-me a escrever a necessidade que sinto de expressar o que penso, de “colocar pra fora” pensamentos que às vezes não cabem em mim. Costumo dizer que, pra mim, escrever é um ato de libertação. É como consigo libertar meus fantasmas e angústias, além de refletir sobre o mundo e reverberar o que penso sobre o que nele acontece. Escolhi a poesia porque ela me encanta, e é, pra mim, o caminho mais rico em metáforas, e assim eu consigo melhor traduzir a minha visão sobre o que me cerca.

4 - Que barreiras existem no seu percurso como autor?

Acho que, além da dificuldade natural de um país que ainda não dá o valor que considero merecido à literatura, as maiores barreiras estão em mim mesmo. Na minha autocrítica (que também é muito importante), no meu receio em publicar textos que não julgo bons o suficiente e também a ocorrências de alguns períodos de “calmaria criativa”, quando não consigo produzir.

5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Não obstante a enxurrada de coisas negativas que elas trazem, não tenho dúvidas de que as redes sociais representam um importante meio de divulgação de novos e consagrados autores da literatura nacional e estrangeira. De uma certa forma, “democratizam” a divulgação de obras e autores. Dessa maneira, fica mais fácil divulgar o meu trabalho e conhecer o trabalho de outros autores, cujas obras são difíceis de encontrar nas livrarias.

6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?

Vejo como pontos positivos a satisfação de escrever e publicar, de interagir com outros escritores e com os leitores e de participar de eventos literários, onde sempre temos contato com novidades desse universo. O ponto negativo que vejo é o silêncio sobre o que produzimos. Quando publicamos, seja em livros ou antologias ou nos blogs, sites e redes sociais, criamos uma expectativa de leitura e consequentemente de análise, de comentários sobre o que foi escrito. E quando nada surge, dá uma sensação de vazio, como se ninguém tivesse lido. A crítica, mesmo quando negativa, é essencial...

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Essencial é falar sobre as obras do autor, de suas virtudes e potencialidades. Enfim, dar mais destaque ao conteúdo que ele produziu. Claro que apresentar a história do autor e suas referências é importante, porém acredito que a melhor forma de divulgar o seu trabalho é discutindo suas obras.

8 - O que tem feito, enquanto autor, para o enriquecimento da literatura nordestina?

Acredito que, ao apresentar o meu olhar sobre o mundo a partir deste lugar e das minhas referências, estou levando um pouco desse contexto nordestino para o que escrevo. Nem tudo o que escrevo faz referência ao Nordeste, mas nasce dele, do que vivo aqui, ele é meu ponto de partida para contemplar a realidade. E sempre que publico algo ou demonstro minhas referências literárias, levo um pouquinho da cultura nordestina junto comigo.

9 - Sugira um autor e um livro do Nordeste!

José Inácio Vieira de Melo - A Infância do Centauro.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

O que escrever representa na sua vida? Um encontro íntimo comigo mesmo, um mergulho nas emoções, medos e reflexões mais pessoais, de onde tiro fôlego e inspiração para construir os textos que tanto me ajudam a viver. Escrever é um ato de libertação!

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

DEZ PERGUNTAS A... JOSÉ ANTÓNIO PINTO


Agradecemos ao autor JOSÉ ANTÓNIO PINTO a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 – Como se define enquanto autor e pessoa?

Como pessoa, eterno revoltado contra a injustiça, fome, poder e miséria, o autor é o artífice que dá voz escrita a este personagem. E dão-se muito bem.

2 – O que escreve é inspiração ou transpiração?

Experiência de vida, inspiração, pesquisa, aperfeiçoamento e dedicação para obter uma sempre maior fasquia de qualidade. Transpiração, apenas em dias de muito calor!

3 – O que pretende transmitir com a sua escrita?

Que este mundo pode possuir mundos maravilhosos que dependem de nós, da nossa transparência, humanismo, perseverança e relacionamento com os outros e o seu meio. Viver sem comunicação é antecipar a morte.

4 – Porque escreve poesia?

Por que traduz a minha faceta mais impulsiva, o meu grito permanente e mais imediato junto de quem me lê e disputa a interpretação dos meus poemas.  

5 – O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Muito pouco, para além de alguma publicitação nas redes sociais, essencialmente junto dos amigos e ex-colegas de profissão, um ou outro vídeo, pago, de divulgação e apresentações restritas no meu núcleo de colegas, autores e não só.

6 – Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Têm algum, a partir da realidade que os meus títulos constam do catálogo da Wook, da divulgação das apresentações, participação em tertúlias, suponho como na maioria dos autores desconhecidos.

7 – O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Publicitação mais cuidada e intensa por parte das editoras, com ativa participação nas redes sociais e eventos literários. Promoções que cativem os leitores.

8 – O que ambiciona como autor?

A maior partilha possível da minha escrita nas vertentes da poesia, ficção e teatro, para gozo e consumo desejado por parte de que me lê e venha a ler.

9 – Livro físico ou e-book? Porquê?

Livro físico, pelo prazer pessoal do cheiro do papel, da tinta, do seu manuseio como algo que existe e está ali, na prateleira, sempre disponível, sem resets, carregamentos nem falhas de memória, que não seja apenas a do leitor! 

10 – Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Não tenho nenhuma específica, aberto que sou ao diálogo e consensos. Responderia como sempre respondo, sem rodeios, se calhar roçando o politicamente incorreto, mas verdadeiro.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

DEZ PERGUNTAS A... SANDRA MARIA

Agradecemos à autora SANDRA MARIA a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?


Como autora e pessoa posso dizer que somos a mesma em uma só pessoa. Somos o que escrevemos, o que pensamos e sentimos. Sou uma observadora no mundo. De olhos fechados sinto a vida e tudo a sua volta, meio piegas, mas é bem assim.

2 – Quais as influências do Nordeste na sua escrita?

A minha influência do Nordeste vem de meu nascimento no Ceará, meus familiares são de Caucaia – Ceará.  A vivência com a seca, dificuldades financeiras, falta de serviço, a imigração e adaptação para outro estado. Vim com 4 anos de idade de Caucaia - Ceará para São Paulo

3 - O que lhe motiva a escrever? E porquê a poesia?

O que me motiva a escrever é estar de bem com a vida, situações diversas nas vidas de outras pessoas, os dias nublados, chuvosos, ensolarados, natureza em geral, estar em meu momento só meu, madrugadas e muita música. Na verdade sou uma pensadora, sonhadora, romântica talvez, por isso a poesia, natural em mim, mas escrevo contos, crônicas, contos infantis. Preciso escrever! Há anos escrevo.

4 - Que barreiras existem no seu percurso como autor?

Minha barreira pessoal é não saber divulgar meus trabalhos, digo, timidez.

5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Percebi que está sendo muito importante em meu percurso, entro em grupos em comum, interajo com outros escritores, editores, participo de antologias. Acredito que isso levará meu nome e meu trabalho ao conhecimento não só das editoras, escritores, mas de leitores que gostam de poesias e bons textos. Redes sociais. Portas abertas para o mundo!

6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?

Pontos positivos mostrar às outras pessoas bons sentimentos e pensamentos que há muito ficaram guardados. Sinceramente comecei esse ano de 2018 a divulgar meus textos e participar de antologias. Logo serão os meus próprios livros a estarem em evidência. Os pontos negativos de início seria perder a vergonha e ir além na divulgação, realmente ainda não conheço outros pontos negativos, mas aprenderemos com eles.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

A participação em antologias, feiras literárias, saraus, grupos de escritores e editoras na própria rede social, bienais, concursos literários.

8 - O que tem feito, enquanto autora, para o enriquecimento da literatura nordestina?

Procuro pesquisar, ler e observar sobre o assunto.

9 - Sugira um autor e um livro do Nordeste!

Meu amigo e escritor saudoso Caio Porfírio Carneiro, cearense de Fortaleza e um de seus livros de contos TRAPIÁ 4º edição.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Você já tem algum livro seu pronto para publicar? Tenho 2 livros na gaveta e vários para preparar com contos, crônicas e infantis (preciso terminar a ilustração).

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terça-feira, 21 de agosto de 2018

AS CRÓNICAS DA AVÓZITA... DOUTORES E OUTROS SENHORES



Doutores e outros senhores!

Ter ou não ter um canudo, seja por mérito, ou por aquisição, não faz com que uma pessoa seja mais ou menos culta, que outra que não tenha tido a possibilidade de o obter, por mérito ou por aquisição. No entanto, há quem pense que sim.

Acho imensa piada aos que, quando se apresentam, antecedem o nome com o canudo, por exemplo: sou o doutor fulano de tal… sou o engenheiro fulano de tal… e por aí fora. Também nos representantes das forças armadas, há esse tipo de pessoas, em que o canudo antecede o nome: sou o general fulano de tal… sou o comandante fulano de tal… etc. etc.

Acho graça a este tipo de pessoas. E não é que já deixei algumas a olharem para mim sem palavras para me responderem. É verdade, podem crer.

Havia um certo doutor, não sei em que era doutorado, mas apelidava-se de: eu sou o doutor fulano de tal… ora bem, este senhor de cada vez que entrava na loja do meu marido, sem cumprimentar, dizia: diga ao senhor Victor que está aqui o doutor fulano de tal, isto aconteceu uma vez, duas vezes, à terceira vez, assim que ele entrou e antes que dissesse que era o doutor fulano de tal, eu disse, depois de o cumprimentar: um momento eu chamo já o doutor dos sofás. De olhos esbugalhados e sem palavras, limitou-se a esperar que o doutor dos sofás aparecesse. Voltou lá mais vezes mas, nunca mais se apelidou de doutor.

Se todos estes doutores, e outros senhores, apanhassem pela frente, de vez em quando, uma Antonieta, talvez se habituassem a deixar em casa, os ditos canudos, sejam eles por mérito ou por aquisição.

Tenho dito!

MARIA ANTONIETA OLIVEIRA

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

EU FALO DE... X SARAU POÉTICO



Ao longo da vida tenho seguido um lema muito próprio evitando criar expectativas, seja sobre o que for, para não correr o risco de ser apanhado desprevenido e ficar surpreendido pela negativa. Ao fazer o agendamento dos nossos eventos, tinha a noção que em Agosto seria tremendamente complicado ter assistências numerosas e, dentro dessa máxima de não criação de expectativas, estava a contar com eventos quase desérticos. Esta forma de encarar a vida, desde as coisas mais banais até às mais importantes, acaba por proporcionar momentos de grande surpresa. Como foi o caso do último Sábado, aquando do X Sarau Poético da In-Finita, no Palácio Baldaya.

Tal como expressei junto dos autores e do público presente, é com enorme satisfação que, pouco a pouco, começamos a notar um aumento de interesse por tudo o que estamos a fazer, e a prova disso é a adesão que os nossos eventos, no Palácio Baldaya, estão a ter.

Entre os suspeitos do costume e outras presenças repetentes, tivemos mais uma vez algumas estreias e a promessa de regresso em eventos futuros.

E como é bom ouvir, pela voz dos próprios, a satisfação pela forma como conduzimos os eventos e pelo ambiente criado.

Mesmo sem criar expectativas, estou convencido que estas surpresas agradáveis vão voltar a acontecer e a In-Finita vai continuar a conquistar mais amigos.

Grato a todos os que nos têm honrado com as suas presenças e contribuído para que os nossos eventos estejam a ser, cada vez mais, apreciados e concorridos.

O próximo será no dia 8 de Setembro. Venham e surpreendam-nos!

MANU DIXIT

domingo, 19 de agosto de 2018

DEZ PERGUNTAS A... MARLI VOIGT


Agradecemos à autora MARLI VOIGT a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Como autora  eu sou antes de tudo uma leitora. Amo a literatura infantil, poesias, romance. Como pessoa, uma pétala perfumada  cor de rosa a cada amanhecer.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

Acredito mais no ofício na arte da escrita. Conhecimento, leitura  e vivência.

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Pétalas de risadas, de pensar, de sonhar.

4 - Por que escreve poesia?

Não só escrevo poesia, porém, a poesia é o verso mais lindo do universo.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Gosto da escrita direcionada à uma pessoa, grupo, tema. Escrevo pétalas e distribuo em forma de cartão ou via rede social.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Uma fonte de consulta. Observo quem curte e ou comentários.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Sua escrita. Sua postura no cotidiano.

8 - O que ambiciona como autora?

Eternamente minhas pétalas serem lidas, mencionadas, adoçarem a alma.

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

Livro físico. Como é bom sentir com as mãos a capa, a cor, o peso, o cheiro, olhar suas folhas, abraçar. E há sempre um espaço esperando por esse ou aquele livro.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Gosta de viajar? Sim. Amo viagens de carro, de ônibus, avião. Retornar a terra natal, conhecer outras cidades, sempre é indescritível. Viajar na escrita, nas palavras do meu mundo cor de rosa em flores e amores.


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sábado, 18 de agosto de 2018

DEZ PERGUNTAS A... MARIA LORENCI


Agradecemos à autora MARIA LORENCI a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Intuição, emoção, observação do que vai fora, e de como isso me afeta.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

Inspiração, 100%. Até porque não FAÇO A MENOR IDEIA de como escrever respeitando coisas como métrica, rimas, etc. Meus versos são livres como eu gostaria de ser.

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Pretendo que as pessoas percebam que o que acontece a mim, acontece também a elas. Descrevo experiências de todas as pessoas: amores, medos, perdas, alegrias.

4 - Por que escreve poesia?

Na verdade, escrevo ritmos. Corações, tambores, choros, bater de panelas em cozinhas, danças e canções. Como não sei escrever musica, escrevo o que é mais próximo: poemas.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Posto em redes sociais, leio trabalhos meus em saraus, procuro trocar meus livros com outros autores, participo de feiras literárias.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Os Coletivos que já integrei (“Meninas que escrevem em Curitiba”, “Escritibas na Rua” e “Marianas”) e todos os que conheço estão em redes sociais. A divulgação dos nossos trabalhos é fácil, rápida e segura. Tenho duas “fanpages” e divulgo tudo o que escrevo nelas.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Conhecimento de marketing, tempo, competência, bons contatos.

8 - O que ambiciona como autor?

Tocar o coração das pessoas.  

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

As duas coisas. Há público para as duas formas de expressão.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Qual o segredo do seu sucesso como autora? Responderia: sinceridade, acima de tudo. Todo mundo responde positivamente a quem é sincero.


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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

DEZ PERGUNTAS A... GRACINDA RODRIGUES CORDEIRO

Agradecemos à autora GRACINDA RODRIGUES CORDEIRO a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

O autor é uma pessoa com raro sentimento que transporta para o leitor a sua sensibilidade.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

Inspiração e transpiração com imaginação.

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Desabafar sentimento observado ao longo dos anos.

4 - Por que escreve poesia?

Sempre li poesias com meu pai e um professor incentivou-me.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Lancei um livro solo, mas, é muito caro, então publico em Antologia e frequento alguns Saraus.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Impressionante e tocante, várias pessoas até descobrem que gostam de leitura, lendo poesia, talvez pela curiosidade.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Investir com Lançamentos de divulgação por exemplo Saraus com certeza

8 - O que ambiciona como autor?

Atingir um público que, ainda, não descobriu que ler poesia ou romances dá um prazer maravilhoso.

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

Livro físico com certeza, pois, sentimos mais proximidade com o autor.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Gracinda, você tem um livro solo, qual o nome, como podes descrevê-lo?

Observo várias situações do dia a dia, muitas vezes minhas para gerar reflexão e tocar o coração dos leitores, meu livro é simples e ao mesmo tempo tocante com muito sentimento geralmente de situações vividas e evidenciadas.

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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

DEZ PERGUNTAS A... ADRIANA GARCIA



Agradecemos à autora ADRIANA GARCIA a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Enquanto autora um sonho realizado na simplicidade de ser quem sou. Como pessoa?
Apaixonada por ser eu mesma diante de tudo e de todos.

2 - O que escreve é inspiração ou transpiração?

Digo que é a simbiose do escrever. Não há regras.
O pensamento conecta com o que inspira e materializa na transpiração o que escrever na essência da unicidade de cada ser.

3 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Que o dom da vida é uma arte sem idade, vendo sem discriminalidade. Que o respeito por tudo que nos cercam seja compreendido na essência que somos. Amor em totalidade.

4 – Por que escreve poesia?

Porque acredito nas diversas formas que o amor tem a demonstrar. A sensibilidade que há em mim de uma forma há também em você. Porém com a aptidão do gesto, gosto de escrever.

5 - O que costuma fazer para promover a sua escrita?

Anunciar com a família, amigos. Divulgar nas redes sociais.

6 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Expandir os sentimentos que encontra com outros e se revelam que somos um oceano de variadas emoções e estilos perante o mundo que nos abraça. Uma porta que abre para o mundo da escrita.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

A valorização daquilo que você escreve e uma boa divulgação n as redes sociais. Atualmente vindo a contribuir nesse trabalho.

8 - O que ambiciona como autora?

Ser valorizada, reconhecida, não no sentido de status. Reconhecida pela oportunidade que a vida nos oferece a expressar os dons que trazemos de ser quem somos.

9 - Livro físico ou e-book? Porquê?

O livro físico. Porque ele ainda promoverá um contato físico natural do ser humano, não encontrado nas riquíssimas tecnologias apresentadas. Não conseguindo  trazer o toque mágico físico real do sentir na pele. O cheiro, o tempo de existência, as digitais que ficaram ali impregnadas, para mim fazem diferença.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

A pergunta que não tivesse começo, meio e nem fim. Estranho não perguntar e responder. Exatamente que fizesse acontecer com a humildade e delicadeza de um homem de bem. Sendo o amor e a paz perguntas e respostas para um mundo melhor.

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