sábado, 9 de junho de 2018

DEZ PERGUNTAS A... CLÁUDIA LUNDGREN


Agradecemos à autora CLÁUDIA LUNDGREN a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

É muito difícil definir-se. Penso que enquanto autora, posso ser quem eu quero. Ora tentar transpor para o papel minhas próprias vivências e sentimentos, ora criar histórias e personagens. Ser autor é viajar por lugares nunca visitados, é ser quem você quiser ser, e ao mesmo tempo, ser você mesmo. Enquanto pessoa, sou simples. Uma pedagoga que trabalha como educadora infantil, e apaixonada pelas Letras. Sou mãe, sou avó, sou mulher, profissional, escritora. Sou gente.

2 - O que a inspira?

Gosto de versar sobre sentimentos, e tudo aquilo que vivencio pode me servir de inspiração. Alguns autores me inspiram e me influenciam. Do Ultrarromantismo, Álvares de Azevedo e Fagundes Varela, e da Literatura Portuguesa alguns escritores, em especial a poetisa Florbela Espanca.

3 - Existem tabus na sua escrita? Porquê?

Não vejo como tabu, mas existem assuntos sobre os quais não costumo versar. Assim como alguns preferem não versar sobre assuntos relacionados a morte ou tristeza, existem também os que eu simplesmente evito.

4 - Que importância dá às antologias e colectâneas?

Na carreira literária de novos autores, como nós, acho fundamental a participação em Antologias. Através delas, podemos divulgar nossas obras, fazendo-as conhecidas, enriquecendo assim o nosso currículo como escritores.

5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

As redes sociais têm um impacto muito positivo e essencial.no meu percurso. Através delas posso divulgar meus textos, conhecer outros autores em grupos poéticos, me informar sobre antologias em aberto, enfim, considero uma importante ferramenta de trabalho na carreira do novo autor.

6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?

Cada autor tem sua maneira peculiar de escrever, suas influências, seus temas preferidos, e acho tudo isso muito positivo, esse universo de formas, estilos e temáticas. Não vejo muitos aspectos negativos, porém me incomoda um pouco quando um escritor critica o outro pela sua forma de escrever. Penso que é uma coisa peculiar, particular de cada um. Não devemos achar que o outro deve escrever a nossa maneira. Respeito é fundamental.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Acho que se conhece o autor pelas suas obras, assim como as árvores são conhecidas por seus frutos. E para que suas obras sejam conhecidas, podemos contar com as redes sociais, sites literários, saraus, antologias e outros.

8 - Quais os projectos para o futuro?

Tenho um projeto para um futuro próximo, que é o meu primeiro livro solo.

9 - Sugira um autor e um livro!

Lira dos Vinte Anos, do ultrarromântico Álvares de Azevedo.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

A pergunta:
Quais são suas pretensões como escritor? Pensa em enriquecer com a venda de livros?
A resposta:
Não. Meu alvo é semear poesia no mundo, inspirar em alguém o prazer de ler, e me imortalizar como um nome da literatura brasileira.

Acompanhem, curtam e divulguem esta e outros autores através deste link

EU FALO DE... ESFORÇO DO NOSSO TRABALHO


Às vezes fico no meu canto a pensar se estou verdadeiramente no mesmo espaço/tempo dos meus semelhantes, ou se, o plano em que vivo, é alguma realidade paralela, que num qualquer instante, por ordem divina, celeste ou quântica, se cruza com outras realidades.

Desde sempre alicercei os meus pensamentos sobre todos os aspectos da vida partindo de uma lógica base em que o fator trabalho é preponderante para se alcançar metas e conquistar objetivos. Desde muito cedo incuti, na minha forma de ser, estar e agir, uma forte convicção sobre a necessidade incontornável, logo imperativa, de nos esforçarmos para conseguirmos, seja o que for.

Mas, cada vez mais, sinto que esta convicção é vista quase como se fosse um pensamento alienígena. Olho em redor e vejo o mundo à espera que as coisas simplesmente aconteçam; que as soluções para os problemas do dia-a-dia surjam por artes mágicas; que o sucesso caia do céu.

Por mais estranho que possa parecer, continuo a acreditar que a nossa relação, com os diversos aspectos da vida, deveria ser encarada como se fossemos todos pedreiros: temos de construir tudo, peça por peça, até o edifício estar completo, e depois temos de ir remodelando aqui, emendando ali, acrescentando acolá.

Para os menos rústicos, ou menos receptivos a metáforas básicas, dou um exemplo mais literário: um livro só aparece feito se houver quem o escreva, quem o imprima, quem o edite.

As coisas não aparecem feitas por si mesmas. Elas têm que ser trabalhadas e o trabalho requer esforço. E não há nada mais satisfatório e gratificante do que ver os resultados do esforço do nosso trabalho.

MANU DIXIT

sexta-feira, 8 de junho de 2018

DEZ PERGUNTAS A... CARLOS ROLO


Agradecemos ao autor CARLOS ROLO a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autor e pessoa?

Diria que sou um apaixonado pela arte, não só a escrita, mas todas as formas de arte, seja ela uma pintura, um filme, ou mesmo um sorvete caindo das mãos de uma criança. Enquanto pessoa diria que sou um sonhador, que prefere continuar lutando por uma sociedade mais justa e igualitária.

2 - O que o inspira?

Tudo, sem exceção. Tenho lido muitos livros e sempre assisti muitos filmes inspiradores, sobretudo os franceses, mas tudo inspira, seja um rato morto assando no asfalto ou uma bebedeira com os amigos.

3 - Existem tabus na sua escrita? Porquê?

Jamais, a polêmica é necessária.

4 - Que importância dá às antologias e colectâneas?

Só recentemente que tenho dado divulgação à minha poesia, por meio de prêmios literários e antologias poéticas. Como ainda não tenho uma obra concluída pra publicação individual, prefiro esses meios pra testar o alcance dos meus poemas.

5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Há algum tempo venho publicando meus poemas em um grupo fechado do Facebook, chamado Boteco Aberto, espaço no qual trocamos poemas e impressões sobre eles. Não tem um impacto significativo pra divulgação, mas é útil na medida em que sujeito meus poemas à crítica, podendo aprimorar a poesia.

6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?

Vou ficar devendo uma resposta, há muitas nuances a serem analisadas.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Inserção nos meios culturais (filmes, músicas etc).

8 - Quais os projectos para o futuro?

Concluir a minha obra inaugural, com cerca de 50 poemas.

9 - Sugira um autor e um livro!

Caco Ishak, autor de Eu, Cowboy. Estive presente no seu funeral.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

“Vamos acabar com essa merda e tomar um porre em algum lugar, hum?”. Só se for agora!

Acompanhem, curtam e divulguem este e outros autores através deste link

AS CRÓNICAS DA AVÓZITA... AMIGOS DO FACE



Dois mil e tal amigos no facebook, será que os conhecemos a todos?! Claro que não! Então, porque são tantos? Para que os queremos?

Passo a explicar.

Dos que conheço, uns são familiares, familiares de familiares, ex-colegas de curso, ex-colegas de emprego, ex amores e amores actuais, e depois, amigos e amigos de amigos, onde as palavras se cruzam nos sentires da vida.

Graças a Deus tenho muito bons amigos. E, muitos bons amigos.

A seguir, vêm os amigos chamados de virtuais, porquê tantos? Pelos mesmos motivos já apresentados anteriormente. Amigos de amigos e, aqueles que sentam as palavras nos caminhos partilhados. E quando estes últimos passam de virtuais a reias, em que os olhares escrevem as mesmas palavras, é uma dádiva dos céus.

Por fim, há os oportunistas e também os convencidos. Os oportunistas mal se aceita a amizade, de imediato enviam uma mensagem particular, a “oferecer” os seus serviços, desde dinheiro a outros, sempre com a amabilidade de “ajudar” o novo amigo. Os convencidos, convencem-se mesmo, que são o cavaleiro que há muito se aguardava, para sermos felizes. Convencem-se que são o que não são e que, pelo facto de se estar numa rede social, é apenas e só, porque nos sentimos sós, e precisamos de alguém que nos faça companhia, e, esse alguém, é precisamente, “aquele”. Claro está, que qualquer um destes dois últimos grupos de “amigos” virtuais, deixa de existir logo após a descoberta das suas intenções.

Dos que sobram, e continuam sendo mais de dois mil e tal, há os que interagem e os silenciosos, mas, pronto, está bem, ficam todos.

MARIA ANTONIETA OLIVEIRA

quinta-feira, 7 de junho de 2018

DEZ PERGUNTAS A... ANTÔNIO BELFORTE LAVACCA


Agradecemos ao autor ANTÔNIO BELFORTE LAVACCA a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autor e pessoa?
As palavras, a música, as relações humanas e as crianças.
2 - O que o inspira?
O amor, a vida e todas as suas subjacências.
3 - Existem tabus na sua escrita? Porquê?
Acredito que não. Acho que uma das maiores belezas da vida é a liberdade (inclusive para escrever). Escrevo o que eu sou e o que eu vivo. Transcrevo, na realidade.
4 - Que importância dá às antologias e colectâneas?
As antologias e coletâneas têm suas importâncias no que se refere à divulgação, à descoberta e à perpetuação de grandes textos e autores.
5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?
As redes sociais me abrem portas para que os leitores tomem contato com os meus escritos. Também me conecto a outros autores.
6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?
A escrita é um paradoxo. No mesmo texto podemos nos consagrar ou nos crucificar. A recepção do leitor que irá dizer a direção.
7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?
A opinião dos leitores, as discussões coletivas sobre os escritos. A reunião de colegas escritores, a união de pessoas que digam e ajudem a divulgar o trabalho.
8 - Quais os projectos para o futuro?
Gostaria de publicar um livro com meus escritos, finalizar meus estudos do doutorado, aperfeiçoar meus textos, ter paz e conhecer pessoas que compartilhem afetos.
9 - Sugira um autor e um livro!
Nelson Rodrigues. A vida como ela é. Clarice Lispector. A paixão segundo GH.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
Porque começou a escrever? Eu responderia: para fugir da morte e produzir potência de vida.

Acompanhem, curtam e divulguem este e outros autores através deste link

quarta-feira, 6 de junho de 2018

EU FALO DE... TRADIÇÃO


A propósito do horário dos eventos In-Finita, no Palácio Baldaya, são inúmeras as opiniões que chegam aos meus ouvidos. Para uns o problema é ser de manhã, para outros é ser em cima da hora de almoço, para mais uns quantos, é ser aos sábados, para outros é a falta de estacionamento.

Entendo estas sentenças com a mesma leveza que oiço as desculpas  usadas para justificar ausências em lançamentos e apresentações de livros individuais e/ou colectivos. Nesses casos a hora não é conveniente, o local não é o adequado porque fica fora de mão, ou é longe, ou porque chove, ou porque venta, ou porque está calor, ou... ou... ou...

Perante tantas desculpas, às vezes dou por mim a pensar se só eu é que tento contornar obstáculos para alcançar objetivos, e todos os outros têm, por natureza ou sorte, a vida facilitada.

Sendo certo que nem sempre existe compatibilidade entre os nossos compromissos pessoais, profissionais ou sociais, e estes eventos, acredito que seria mais honesto dizer-se: Não estou interessado! Prefiro ficar em casa!

Os eventos In-Finita, no Palácio Baldaya, continuarão a ser sempre aos sábados (duas vezes por mês), das 11 às 12.30, enquanto lá nos quiserem. Todos os que aparecerem serão bem recebidos e não haverá tratamento diferenciado; todos serão tratados de igual modo, com o mesmo respeito e consideração.

Trabalhamos cada evento como fosse o primeiro de modo a proporcionar, tanto a autores como ao público em geral, hora e meia de convívio saudável, dedicando a cada um, dos presentes, as mesmas oportunidades, sem excepções às nossas regras.

Sabemos que, apesar da periodicidade, nem sempre poderemos contar com um ou outro (sendo lógico e compreensível que assim seja). Sabemos que, por mais vontade que alguém tenha em marcar o máximo de presenças, há sempre imprevistos e imponderáveis de última hora. Também sabemos que nem todos os nossos eventos agradam às pessoas e há temas que afastam alguns.

Sabemos tudo isso mas, para nós, o mais importante é estarmos a trabalhar para garantir que existam espaços/eventos onde todos têm a possibilidade de divulgar-se, promover a sua obra, discutir temáticas e defender as suas opiniões.

Quanto às desculpas... Essas existirão sempre, independentemente do dia, da hora e do local dos eventos. Assim manda a tradição.

MANU DIXIT

terça-feira, 5 de junho de 2018

ADRIANA FALA DE... UM DESEJO QUE VIROU MISSÃO



Determinada que chegasse às mãos do presidente da república, Marcelo Rebelo de Sousa, um exemplar da I Antologia Conexões Atlânticas, que faz parte de um projeto de divulgação dos autores brasileiros em Portugal, aguardava uma oportunidade de encontrá-lo. Na sexta-feira, abertura da 88ª Feira do Livro de Lisboa, estive a meio metro do presidente, rodeado por pessoas e na inesperada visita, o livro não estava comigo. Um pouco decepcionada com a minha falta de percepção, pensei que havia perdido talvez a única oportunidade. Domingo, entreguei o livro para doação na Feira do Livro, em um espaço que será destinado para a biblioteca e direcionado para instituições de amparo social, senti que havia contribuído de alguma forma, e retribuído, aos poetas participantes todas alegrias e apoio que tive no projeto. Fui trabalhar no stand da Vieira da Silva e como não podia percorrer a feira nas próximas horas, entreguei o livro a Julia, além de minha filha, é a designer da IN-FINITA, que fez a capa e a paginação do livro, e em tom esperançoso comentei que se encontrasse com o Presidente Marcelo, explicasse a ele o projeto e entregasse o livro. Ela achou que eu estava brincando, mas estava na verdade incumbindo-lhe uma missão. E horas depois, distraída em meus afazeres e conversas com os autores presentes, Emanuel Lomelino, Manuel Machado e Maria Antonieta Oliveira, chega Julia, radiante, com o telemóvel na mão, mostrando com satisfação uma selfie e que cumprira com excelência a tarefa. Após receber com imensa satisfação o recado dos dois beijinhos enviados por uma das personalidades que mais admiro atualmente, pelo ser humano e político que é, e saber que finalmente o meu desejo havia se realizado, perguntei pela foto do presidente com o livro. “Ah… ficou nos registros oficiais”… e agora? Como eu ia encontrar e provar aos autores que realmente o livro chegou àquelas mãos? Buscas e mais buscas e nada… até que na segunda feira à tarde, mais uma vez a obstinada Julia, entrega-me, não só a foto, mais os links das reportagens daquele momento. Enfim, missão cumprida.

Para quem atravessou um oceano por que acreditava em seu coração, realizar desejos transformados em obstinação, pode dar trabalho mas fazemos acontecer. Ainda mais com a assistente que é tão ou mais teimosa e determinada do que eu.

Minha gratidão a todos os envolvidos, e principalmente os meus agradecimentos pela receptividade e gentileza do presidente Marcelo.


Link de apresentação dos autores:

Acompanhe o projeto, participe!

DRIKKA INQUIT

segunda-feira, 4 de junho de 2018

DEZ PERGUNTAS A... ANA PAULA SOBRINHO


Agradecemos à autora ANA PAULA SOBRINHO a disponibilidade me responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autor e pessoa?
Poetisa corpográfica, coroada por versos solares ao versejar sobre elementos ligados à natureza e ao cosmo elevado. Como pessoa, penso-me matéria além-corpo, um misto de potência e leveza de alma.
2 - O que a inspira?
O Divino, os Corpos e os elementos da natureza.
3 - Existem tabus na sua escrita? Porquê?
Sim, determinados assuntos são sempre tabus, falar sobre sexo, sobre o corpo, sobre o desejo feminino, gravidez na adolescência, homossexualidade etc, ainda somos muito preconceituosos, mal preparados eu diria até mal educados.
4 - Que importância dá às antologias e colectâneas?
Antologias e coletâneas são importantes para ampliar contatos e ao mesmo tempo estreitar as relações entre os escritores. Divulgar novos talentos e também talentos já consagrados.
5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?
Comecei a escrever poemas a convite de um amigo muito querido, Lecy  Pereira Souza que criou um grupo muito legal no watssap chamado Zappoesia, através desse grupo fiz amizades muito interessantes e posso compartilhar com amigos o que escrevo, além disso através do facebook espalho minhas poesias, recebo incentivos, elogios, críticas, conheço pessoas etc.
6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?
A escrita é muito importante para a humanidade, acompanha a sua evolução e ultrapassa o domínio dos códigos da linguagem. Como pontos positivos é libertadora e transformadora e nesse universo não há pontos negativos.
7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?
Propaganda nos meios sociais, divulgação em grupos que se interessam pelo trabalho do autor, lançamentos e noites de autógrafos em vários lugares.
8 - Quais os projectos para o futuro?
Tenho dois livros prontos, Beijos de marfim com 44 poemas e um mini-livro com 10 poemas feito de maneira artesanal Beijos de luminária, que pretendo lançar em breve.
9 - Sugira um autor e um livro!
Vera Macêdo, Metamorfoses de um príncipe.
10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?
O que é a vida? Erro e tentativa.

Acompanhem, curtam e divulguem esta e outros autores através deste link

domingo, 3 de junho de 2018

ADRIANA FALA DE... III FESTIVAL DE POESIA DE LISBOA (IV)


Conexões Atlânticas. Esse foi o caminho que me fez conhecer Cosme Rogério Ferreira. Um amigo em comum, Edson Mendes, da União Brasileira de Escritores (UBE-Recife) foi a ponte. Depois de receber suas poesias e logo após o primeiro contato, sempre receptivo e gentil, marcou presença em nossas ferramentas de divulgação da IN-FINITA. E por outros caminhos, fiquei sabendo da sua confirmação ao participar do III FESTIVAL DE POESIA DE LISBOA, com a palestra “O POETA E A DEFESA DA DIVERSIDADE CULTURAL”.

Abaixo segue um pouco mais sobre Cosme Rogério Ferreira:

Nasceu em Magé (RJ), aos 31 de outubro de 1982, passou parte da infância em Francisco Morato (SP) e reside em Palmeira dos Índios (AL) desde os cinco anos de idade. Graduado em Filosofia e Mestre em Sociologia, foi secretário municipal de Cultura de Palmeira dos Índios e diretor da Casa Museu Graciliano Ramos. Artista premiado em múltiplas linguagens, atualmente é professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Alagoas - IFAL. Autor de três livros: "Habitus, campo e mercado editorial: a construção do prestígio da obra de Graciliano Ramos" (2015), "Radiações de fundo cósmico" (2016) e "Aqui nunca foi de branco" (2018), é co-autor de "Alagoas: a herança indígena" (2015), tendo também trabalhos publicados em diversas revistas, antologias e eventos científico-culturais. É sócio efetivo da seção pernambucana da União Brasileira de Escritores - UBE / Núcleo Garanhuns.


Dia 13 de setembro, às 10:30 horas, na sede da CPLP – Comunidade de Países da Língua Portuguesa, Com imenso prazer e alegria, receberemos esse  querido brasileiro, poeta, cantador, ator, filósofo, sociólogo e produtor cultural nesse festival da lusofonia

Lá estarei,aguardando a vossa presença.

Participação gratuita. Todos convidados!


Acompanhe o III FESTIVAL DE POESIA DE LISBOA no Facebook.

Até breve,
Adriana Mayrinck


sábado, 2 de junho de 2018

AS CRÓNICAS DA AVÓZITA... AMIZADE


Estar com amigos, aqueles amigos que basta um olhar e sentimos que do outro lado temos um ombro, um carinho, um mimo, é um privilégio, uma dádiva, uma bênção.

Nas manhãs de sábado, de duas em duas semanas, tenho sentido essa amizade nos olhares que me rodeiam.

E trocamos palavras em abraços. E abraços em poesia.

E, num ápice, o tempo passa.

Mas, na hora da despedida, todos sabemos que o ombro, o carinho, o mimo, permanecem no sorriso de um olhar.

MARIA ANTONIETA OLIVEIRA

sexta-feira, 1 de junho de 2018

DEZ PERGUNTAS A... ALDIRENE MÁXIMO


Agradecemos à autora ALDIRENE MÁXIMO a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Eu sou uma eterna aprendiz. Pois a cada texto escrito, eu aprendo algo novo e experimento emoções novas.

2 - O que a inspira?

Deus, Natureza, Amigos, Família e o Amor em sua essência.

3 - Existem tabus na sua escrita? Porquê?

Não existem tabus. Porquê tenho sede de conhecimento e me sinto realizada quando aprendo algo novo. Dessa forma, pesquiso alguns temas para poder transmitir mais fielmente aos meus leitores, a emoção que estou sentindo.

4 - Que importância dá às antologias e colectâneas?

Tenho participação em aproximadamente 30 antologias. 3 delas, em Portugal. Acredito que é uma excelente maneira de divulgar os textos dos autores e também de se fazer amizades. Conheci alguns amigos através das antologias e isso tem sido enriquecedor. Assim, um vai indicando o trabalho do outro e crescemos juntos. A literatura tem essa missão, de unir pessoas e também de nutrir a alma de belíssimos sentimentos.

5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

Foi através do Facebook que eu conheci vocês e pude ter a oportunidade de viver essa “Conexão Atlântica”. O Facebook me mostrou esse universo que antes, para mim, era muito distante. Eu pensava que o melhor caminho era publicar os livros solos. Depois que publiquei meus dois livros, iniciei esse processo de participação das antologias. Confesso que tem sido uma experiência gratificante! Não sei se vou conseguir parar. Aceito participar da próxima antologia, caso queiram me convidar.

6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?

Os positivos, para mim, é o fato de lidar melhor com mihas emoções. Eu sou uma pessoa muito intensa e a literatura me ajuda a equilibrar isso. Quando vejo leitores e / ou ouvintes chorando por conta dos meus poemas, eu me sinto realizada. Alguns já me disseram que eu consegui traduzir os sentimentos deles. É como se a vida estivesse me entregando um presente por eu ter sido dedicada à missão dada. Os pontos negativos é que infelizmente, no Brasil, não se lê muita poesia. Mas, acredito que aos pouquinhos, conquistaremos espaço nos corações dos leitores. Sendo assim,  a responsabilidade aumenta quando se quer inserir um poema ou livro novo no mercado literário.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Editoras darem oportunidade para autores iniciantes, levando essa nova literatura para eventos literários, em escolas, bibliotecas e saraus. Afinal, o Sol brilha pra todos. Trabalhei em livraria por 5 anos e descobri autores iniciantes talentosíssimos. Muitos, que custearam a publicação do próprio livro. Muitos autores nascem com o dom da escrita. E acredito que o mercado editorial poderia apostar um pouco mais neles.

8 - Quais os projectos para o futuro?

Escrevo desde os 12 anos. Tenho 2 livros publicados e 3 projetos prontos. Pretendo publicar todos. Nesse momento, tenho participado das antologias, tanto como escritora quanto como organizadora. Na medida do possível, participo de alguns eventos para divulgar meu trabalho. Tenho mais facilidade em escrever poesia. Iniciei um novo projeto há 1 semana. No futuro, se Deus me permitir, quero divulgar melhor os meus projetos em escolas, bibliotecas, universidades, saraus e também em outros países.

9 - Sugira um autor e um livro!

O fazedor de velhos do autor Rodrigo Lacerda. Esse livro me inspirou a não desistir do meu sonho de ser escritora.

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Literatura é: “Minha essência, Minha Vida, Meu Ar, Meu Eu”.

Acompanhem, curtam e divulguem esta e outros autores através deste link