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Não gostaríamos de deixar passar em claro uma das vertentes do estudo dos anjos que, presentemente, tem ganho mais adeptos – a invocação da magia dos anjos. Esta magia “é uma arte antiga que permite aos humanos iniciar o contacto com estes seres (sempre que pareça necessário ou prudente) através de rituais, orações e práticas que os convocam à terra. Apesar de a magia dos anjos ser compatível com as crenças religiosas, o seu propósito é bastante diferente da finalidade das orações religiosas. Sir James George Frazer, no marcante tratado sobre antropologia, The Golden Bough (O Ramo de Ouro) faz claramente essa distinção. A característica da religião é a adoração. É algo passivo. As orações oferecidas a Deus são pedidos humildes. A magia dos anjos é totalmente diferente. Implica controlo. A magia dos anjos, tal como a conhecemos hoje em dia, baseia-se maioritariamente numa quantidade de manuscritos que foram copiados e recopiados nos períodos medieval e renascentista. Esses manuscritos, conhecidos por Grimoires ou texto herméticos, continham rituais complexos, tidos como capazes de invocar os anjos. Porque a doutrina da igreja se opunha à magia dos anjos, foram poucos os Grimoires a ser publicados antes deste século”., pp. 26-27 da obra atrás citada da autoria de Geoffrey James.
Grosso modo, os primeiros rituais de magia relacionados com anjos surgem cerca do terceiro milénio anterior a Cristo. Estas inscrições líticas (na pedra) tinham, naturalmente, a sua vertente ligada à natureza. Dois mil anos depois, a cultura egípcia retoma o tema, acreditando que os anjos podiam ser controlados, desde que utilizando os rituais correctos. Para eles, um homem, desde que se dedicando afincadamente aos estudos ritualistas, podia elevar-se à categoria dos anjos.
EM - O OUTRO LADO DA HISTÓRIA DO MUNDO - PEDRO SILVA - IN-FINITA
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