quinta-feira, 19 de março de 2026

O paraíso são as memórias (excerto 21) - Tita Tavares

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Especialmente nesses dias, a rua transformava-se num burburinho de gentiaga e num bezoar desabrido de várias espécies animais, desfilando em autêntico cortejo. A manhã acordava cedo com o passadiço sussurrado dos queijeiros. Rompendo a aurora antes do seu despontar, aguardavam na praça, inquietos e ruborizados pelo frio, a chegada dos lavradores e negociantes de queijo.

EM - O PARAÍSO SÃO AS MEMÓRIAS - TITA TAVARES - IN-FINITA

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