LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Verônica pegou a galinha pelos pés, e eu a segurei pela cabeça. Sabia que se matava a galinha pelo pescoço, mas não sabia o lugar exato. Além do mais, estava morrendo de medo de praticar tal gesto. Criei coragem e cortei o pescoço da galinha, e ela parou de se debater. Minha irmã pegou um recipiente para aparar o sangue, que mais tarde deveria ser colocado na panela para fazer o tal “molho pardo”.
EM - DO BRASIL À SUÍÇA - SAMARITANA PASQUIER - IN-FINITA
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