sábado, 20 de janeiro de 2018

IN-FINITA APRESENTA... JACKMICHEL



JackMichel é o primeiro grupo literário na história da literatura mundial, composto por duas escritoras: Jaqueline e Micheline Ramos. São irmãs e nasceram em Belém – PA (Brasil). O tema de sua obra é variado visto que possui livros escritos nos gêneros ficção, poesia, romance, fábula e conto de fadas.





Na colorida época do Flower Power Satanás decide visitar o arco-íris psicodélico de Jesus Cristo e, lá chegando, o louro e jovem Jesus hippie, vestindo calça boca-de-sino e jaqueta jeans, conta a ele como faz para fazer o bem vencer o mal e o leva a conhecer os 7 círculos de seu arco-íris, que são 7 círculos de cores diferentes: no Círculo Violeta ele encontra Sharon Tate e Charles Manson, bem como as demais pessoas envolvidas no caso Tate... no Círculo Anil ele encontra Mao Tsé-Tung e os chineses massacrados durante a Revolução Cultural... no Círculo Azul ele encontra Heinrich Himmler e os prisioneiros mortos nos campos de concentração nazistas... no Círculo Verde ele encontra a Talidomida e algumas crianças deformadas pela pílula... no Círculo Amarelo ele encontra Jim Morrison e as entidades indígenas que o levaram a morte... no Círculo Alaranjado ele encontra Oscar Wilde e os responsáveis por sua tragédia particular... no Círculo Vermelho ele encontra Thomas Blanton e as vítimas do atentado de uma igreja batista em 15 de setembro de1963. Após constatar que o mal realmente não existe naquele paraíso, Satã vai e conta ao mundo que é tempo de Paz e Amor.

Livro: Arco-Jesus-Íris
Autora: JackMichel
Editora: Chiado
Ano: 2015
Páginas: 112
ISBN: 978-989-51-4420-4


Pontos de Venda:
Livraria Chiado Editora (Portugal)
Livraria Cultura (Brasil)
Booktrailer Arco-Jesus-Íris – JackMichel


Obras e participações:

Arco-Jesus-Íris (Chiado Editora, 2015), LSD Lua1 Anjo MacDermotSorvete de Pizza Mentolado x Torpedo TomateOvo (Drago Editorial, 2016),  Papatiparapapá (Editora Illuminare, 2017) e Sixties (Helvetia Edições, 2017). É associada da ACIMA (Associazione Culturale Internazionale Mandala), da LITERARTE (Associação Internacional de Escritores e Artistas), da AMCL (Academia Mundial de Cultura e Literatura) e da UBE (União Brasileira de Escritores). Seus contos e poemas constam em antologias internacionais bilíngues: Amor & Amore (Edizioni Mandala), Os Melhores Poemas de 2016 (ZL Editora), Faz de Conto II (Helvetia Edições), 1ª Antologia Cultive (Fast Livro), III Antologia Mulheres Pela Paz 2017 Edição Especial (Fénix), Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea Além da Terra Além do Mar (Chiado Editora), Antologia Criticartes 2017 (Biblio Editora), A Vida em Poesia II (Helvetia Edições). Também foi destaque em diversos jornais e revistas on-line de literatura, artes e cultura como Varal do Brasil, Arca Literária, Ami, Divulga Escritor, Geração Bookaholic, Conexão Literatura, Criticartes e Philos. Participou do XXIX Salão Internacional do Livro de Turim 2016, I Salão do Livro de Lisboa 2016 e I Salão do Livro de Berlim 2016. Em 2017 tomou parte nos eventos: XVIII Bienal Internacional do Livro do Rio, 4ª Feira do Livro Livre de Buenos Aires, 31º Salão do Livro e da Imprensa de Genebra, XXX Salão Internacional do Livro de Turim, Salão Internacional do Livro de Milão, BUK Festival Literário de Modena, Feiras Literárias de Mântua, Bolonha e Roma. Conquistou o 3º lugar no Concurso Cultive de Literatura “Prêmio ALALS de Literatura” e o 1° lugar no II Festival de Poesia de Lisboa. Seu slogan é “A Escritora 2 Em 1”.


Acompanhe JackMichel em redes sociais:


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

FALA AÍ BRASIL... BÁRBARA LIA (VIII)

O mundo está desintegrando. Os grupos que deveriam se unir para lutar por igualdade - para todos - se fragmentam em pequenos caminhos a sós e dentro destes - caminhos a sós - se fragmentam mais. Por outro lado, o momento rosa das redes sociais exige todo mundo pensando igual em uma espécie de utopia besta de uma coisa que não existe - não somos os maravilhosos seres humanos plenos de beleza dentro. E isto não é de todo ruim. Afinal, a humanidade só leva esta graça imorredoura e esta poesia inescrutável por ser assim - impura e falha. Cara, eu lutei uma vida por uma Liberdade plena. Eu fui a louca que abandonou - TUDO - para ser quem sou e agora não consigo me unir a coisa alguma que não seja criança e passarinho, então - tá difícil. A liberdade é um beco que desagua no solidão do Ser. Em alguns nichos e momentos poéticos, em algumas almas, em alguns livros, eu me agasalho. E é só, percebo que, estamos sim, cada dia mais desnudos diante de tudo que pode nos soterrar em um segundo, pois existe um manual sendo digitado dentro da gente, que faz com que alguns esqueçam que ser Livre é algo como ser pele de estrela e alma de flor. Ser delicado e inquebrantável, sei isto é difícil, mas, poxa, o resto é o de sempre, e o de sempre nos trouxe até aqui. Enfim, não sei o que dizer meio a tanto debate e vertente e teorias e confrontos e me recolho, e fico "do lado de cá do arame farpado"...

Mini-Biografia:

Bárbara Lia nasceu em Assai (PR). Poeta e Escritora. Professora de História. Publicou dez livros, entre eles: O sorriso de Leonardo (Kafka edições baratas), O sal das rosas (Lumme), A última chuva (ME), Constelação de Ossos (Vidráguas), Paraísos de Pedra (Penalux), Solidão Calcinada (Imprensa Oficial do PR) e Respirar (Ed. do autor). Integra várias Antologias, entre elas: O que é Poesia? (Confraria do Vento / Cáliban), O Melhor da Festa 3 (Festipoa), Amar - Verbo Atemporal (Rocco), Fantasma Civil (Bienal Internacional de Curitiba), A Arqueologia da Palavra e a Anatomia da Língua (Maputo). Vive em Curitiba.


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

FALA ÁFRICA... MACVILDO PEDRO BONDE (XIX)

Aprendo os sinais

Estou em transe. Engoli a noite – um luar espreita pela minha alma, as estrelas sitiadas no alto, piscam seus braços no leito onde resguardo a memória. As flores, enxugadas pelo odor nocturno, amainam a dor na boca. Julgo soltar a fala com os olhos, meu corpo frio, um pirilampo gregário sacode a escuridão. Não há água que jorre na crosta dos olhos, um fio de esperança lambida no calor do medo. Apalpo minha boca, cor de púrpura, a língua foge do embate. Aprendo os sinais: 1 – o pulsar do tédio; 2 – o fulgor do coração; 3 – a sombra entre as cortinas; 4 – uma flor que ri à janela; 5 – uma porta que chia no escuro. Conto, em surdina, os dedos dos pés, ignoro a aritmética da solidão; engoli uma noite; escuto no clamor dos cães, um rio invisível.

Breve biografia
M.P.Bonde nasceu a 12 de Janeiro de 1980 em Maputo. Foi membro do projecto
(JOAC) e do colectivo Arrabenta Xithokozelo. Em 2017 lançou a sua primeira obra literária “Ensaios Poéticos” pela Cavalo do Mar.
Vencedor da 1.ª edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto.


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

IN-FINITA APRESENTA... VITOR COSTEIRA

Ao chegar no primeiro evento em Lisboa, entre outras pessoas que de imediato me acolheram e tornaram-se amigos e autores queridos, Vítor Manuel do Nascimento Costeira, natural de Lisboa, e sua esposa Fátima, foram alguns deles. E nesse passar do tempo e conhecendo melhor a sensibilidade do ser humano e autor apresento com imensa satisfaçao esse poeta e escritor, que preenche com maestria a nossa vida literária, com seu lirismo e arte. Na Assessoria Literária da In-Finita, Vitor Costeira.

3 livros publicados:
·        
      Sou Teu: Editora Chiado, 2015, Poesia
·        Asas de Colibri: Andorinha Editorial – Lua de Marfim, 2017, Poesia
·        Poemas de (A)Mar: Edição de Autor – Miká Penha Editora, 2017, Poesia

Co-autor em:
·       
      Deixa-me ser Poesia: Pastelaria Studios, 2017, Poesia
·        Livro Aberto: Autor Publica em parceria com Rádio Voz de Alenquer, 2017, Poesia
·        Amantes da Poesia: Modocromia em parceria com PopularFM, 2017, Poesia
·        Quando eu era pequenino: Letras da Lagoa de Óbidos, 2017, Poesia
·        1º Concurso Literário de Edições Vieira da Silva, 2017, Contos

Dois prémios de Poesia, por participação em concursos que permitiram a publicação dos livros: Asas de Colibri (Concurso da APPACDM, sob o tema: Uma semente diferente) e Poemas de (A)Mar (Concurso on-line do Grupo LLO - Letras da Lagoa de Óbidos, sob o tema: Dia do Poeta).

Outras menções honrosas e de participação, de significado menor.

Prefaciador de duas obras de cariz poético: “Colectânea Amantes da Poesia Vol. II”, Modocromia e “Emoções” de Maria Luz, Modocromia. Fui ainda o apresentador desta última obra e da sua autora assim como fui apresentador da autora Maria Carvalho no lançamento do seu livro “Sou filha da Poesia”, Edições Vieira da Silva. Tudo em 2017.

Convidado de honra para diversos eventos, entre os quais destaco o convite para Programas de Rádio e encontros de autores. De sobressair, a participação na Cidade da Maia, como o Grupo “Asas de Poesia”, todas elas em 2017.

Apoio nas emissões de poesia do Grupo “Amantes da Poesia” na Rádio PopularFM, em Pinhal Novo.


Acompanhe o autor neste link

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

FALA AÍ BRASIL... TACIANA VALENÇA (XIV)

A RESPONSABILIDADE DO ESCRITOR

Existe um vídeo do nosso Ariano Suassuna onde ele diz: "Se usamos a palavra genial com Ximbinha, o que dizer de Beethoven?"

Pois é assim que tenho percebido a introdução tanto de novos cantores e compositores como de novos escritores. O que se vê é que na facilidade desse  mundo onde tudo se tornou tão en passant, qualquer pessoa pode ser tudo o que quiser, não importa se faz bem feito, com responsabilidade e propriedade  ou não. Sempre haverá alguém para aplaudir, claro, alguém que não entende de música ou de literatura. Porque os que entendem, estudam e se preocupam não são enganados. Mas lembrando uma outra frase, dessa vez do Nelson Rodrigues: Os idiotas vão tomar conta do mundo, não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos. Apesar da rudeza da frase, sinto dizer que ele tinha toda razão. Se os que aplaudem, aplaudem qualquer coisa por pura ignorância, os que fazem farão qualquer coisa e serão chamados de grandes, de maravilhosos, brilhantes e etc. Assim, grande parte da humanidade estará fadada a ouvir e ler qualquer coisa e pior, achar bom.

Quando falo da responsabilidade de um escritor é porque estou mais envolvida com eles e o que tenho visto é muito pouca preocupação com o que se escreve e, principalmente, com o que se publica. Hoje tenho apenas dois livros publicados, infantis, mas que não comercializei por me achar ainda muito imatura para tal. Tenho livros prontos de poesia, fazendo um de crônicas. Mas estão lá, maturando, sendo vistos e revistos.  Fiz oficina literária com Raimundo Carrero, um grande escritor, várias vezes premiado, por duas vezes. Quanto mais faço, treino e escrevo, mais percebo que ainda falta alguma coisa, que o público merece ler algo bom e não qualquer coisa feita para encher meu ego de vãs vaidades, que também pode marcar minha escrita como ruim para o resto da vida.

Acho que sim, podemos e devemos incentivar novos escritores. Qualquer um pode escrever bem, desde que leve a sério o compromisso com seus futuros leitores e consigo mesmos. Perpetuar a literatura é algo grandioso, mas feito irresponsavelmente pode ser uma grande catástrofe para nossa literatura.

Como sempre disse Carrero: leiam os bons, escreva, escreva e escreva. Fazer oficinas, ler grandes autores, treinar diariamente, pedir opiniões. Tudo isso feito com a devida constância só poderá ter um ótimo resultado. 

Os leitores e futuros escritores agradecerão o empenho.

Mini-Biografia:

Taciana Valença Administradora (Universidade Federal de Pernambuco), escritora, produtora cultural, editora da Revista Perto de Casa (Recife/PE/Brasil) e Diretora Social da União Brasileira de Escritores.