quinta-feira, 14 de julho de 2022
Homem, um ser supersticioso (excerto) - PEDRO SILVA
quarta-feira, 13 de julho de 2022
Grinalda de emoções (excerto 21) - MARIA ANTONIETA OLIVEIRA
terça-feira, 12 de julho de 2022
A noite longa (excerto) - GISELA BIACCHI
À deriva em alto mar (excerto 3) - ANANDA LIMA
segunda-feira, 11 de julho de 2022
A Vertigem dos poetas (excerto) - RUTH COLLAÇO
domingo, 10 de julho de 2022
Gênero e Imigração (excerto 8) - GABRIELLA SIPAÚBA ROCHA COELHO DOS SANTOS
Como bem observa o investigador Luca Mavelli, o neoliberalismo enquanto racionalidade afeta todas as esferas da atividade humana, disseminando o modelo do mercado, levando os Estados e as pessoas a se autoconduzirem como atores empresariais para maximizarem seus valores (Mavelli, 2018, p.482). Considera-se esse processo como “economização neoliberal”, onde as pessoas e os Estados “irão agir de acordo com as lógicas de competição, posicionamento estratégico e maximização do seu valor até mesmo nas instâncias onde o dinheiro pode não estar diretamente ou somente indiretamente em jogo” (Mavelli, 2018, p. 485, tradução da autora).
Nesse sentido, a entrada ou restrição dos migrantes nos países de destino torna-se um processo seletivo, dependendo das suas qualificações e se as mesmas correspondem às necessidades do local de acolhimento. Dessa forma, as/os migrantes são encarados como capital humano, ou seja, um investimento, que servirão para alavancar o desempenho e a competitividade financeira e econômica do país de destino (Mavelli, 2018). As/os migrantes detentores de capital humano possuem alto valor, sendo consideradas/os “recursos vivos que podem ser administrados e aproveitados para fins econômicos” (Mavelli, 2018, p.484, tradução da autora). Em contrapartida, automaticamente, excluem aquelas/es que consideram sem valor, sem capital humano, e, logo, não são vistas/os como vantajosas/os e lucrativas/os.
EM - GÊNERO E IMIGRAÇÃO - PLATAFORMA GENI - IN-FINITA
Parindo sentimentos - ITANIRA SOARES
sábado, 9 de julho de 2022
Klothos, a Moira... (excerto) - GEORGIA ALVES
Inferno, um não-lugar ou uma realidade? (excerto) - PEDRO SILVA
sexta-feira, 8 de julho de 2022
Cú de Judas (excerto) - FÁTIMA D'OLIVEIRA
Grinalda de emoções (excerto 20) - MARIA ANTONIETA OLIVEIRA
quinta-feira, 7 de julho de 2022
À deriva em alto mar (excerto 2) - ANANDA LIMA
quarta-feira, 6 de julho de 2022
Assim se evoca a paixão (excerto) - RUTH COLLAÇO
A tempestade - ANA MENDES
terça-feira, 5 de julho de 2022
Gênero e Imigração (excerto 7) - GABRIELLA SIPAÚBA ROCHA COELHO DOS SANTOS
O neoliberalismo, enquanto racionalidade, produz e modela as relações sociais, modos de existência e subjetividades (Dardot e Laval, 2013). Sendo o gênero parte das estruturas sociopolíticas, também acaba por ser afetado e modificado pelo neoliberalismo. Por isso, é tão importante estudar e entender essa racionalidade a fim de compreender os seus efeitos nas vidas das mulheres e dos homens.
Uma das consequências do neoliberalismo é a ampliação das desigualdades e hierarquias de poder. Dessa forma, tendo em vista o mundo contemporâneo globalizado em que vivemos, uma alternativa encontrada pelas pessoas para obter uma vida com mais oportunidades e que possam usufruir dos seus direitos é a migração. Como essa racionalidade atinge todas as esferas da atividade humana, a migração também é modificada, tornando-se um processo que Mavelli chama de “economização neoliberal” (Mavelli, 2018, 485). Assim, a migração também funciona de acordo com os princípios do mercado, como competitividade e maximização do valor, convertendo-se em um processo seletivo, onde os migrantes são encarados como capital humano.
EM - GÊNERO E IMIGRAÇÃO - PLATAFORMA GENI - IN-FINITA







