quinta-feira, 25 de julho de 2019

DEZ PERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS A... SEMEANO OLIVEIRA


Agradecemos ao autor SEMEANO OLIVEIRA pela disponibilidade em responder ao nosso questionário
1 - Escrever é uma necessidade ou um passatempo?  
Ambas. Por vezes sinto uma vontade irrefreável de escrever, apesar da escrita ser, para mim, um passatempo. Porque não tenho hora nem tempo certos para o fazer.
2 - Em que género literário se sente mais confortável?
Poesia, Prosa Poética.
3 - O que escreve é inspiração ou trabalho?
As duas coisas. Junto a inspiração de algumas ideias e/ou frases, e a partir dai trabalho as mesmas.
4 - O que pretende transmitir com a sua escrita?
Gosto de abordar Conteúdos Sociais e Humanísticos.
5 - Qual o seu público alvo?
Todas as Pessoas que se identifiquem com a minha escrita.
6 - Em que corrente literária acha que a sua escrita pode ser incluída?
Contemporânea, Modernista.
7 - Quais as suas referências literárias?
Cesário Verde, Pessoa, Camões, Saramago, Baudelaire, Brecht,
8 - O que costuma fazer para divulgar o que escreve?
Participo em Antologias/Coletâneas. Blog, Sites Literários.
9 - O que ambiciona alcançar no universo da escrita?
Quero continuar a sentir o prazer de escrever. Isso é o mais importante.
10 - Que pergunta gostaria que lhe fizessem e como responderia?  
“O que significa escrever para si?”
“Escrever é a expressão dos nossos pensamentos, sentimentos. É a transmissão do nosso ser essencial”.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

IN-FINITA APRESENTA... FLÁVIO ULHOA COELHO


Flávio Ulhoa Coelho é professor na USP e escritor. O seu primeiro livro, Contos que conto, foi terceiro lugar na categoria contos da 5a Bienal Nestlé de Literatura Brasileira e saiu publicado em 1991. Desde então publicou outros oito livros entre coletâneas de contos, romance e infanto-juvenis. Tem contos publicados em diversas antologias e na Revista Brasileira (da Academia Brasileira de Letras). Desde maio de 2015 mantém o blog literário asquintasfeiras.blogspot.com onde publica semanalmente.


Lista de livros.

  • Contos que conto, Editora Estação Liberdade, 1991 (esgotado). Segunda edição no formato e-book pela e-galaxia em 2017 (contos).
  • Ledos Enganos, Meras Referências, pela Editora Escrituras, 1996 (contos).
  • Gambiarra e outros paliativos emocionais, Editora Arte Paubrasil, 2007 (contos).
  • Contos&Vinténs, Editora AGirafa, 2012 (contos).
·        A turma do Costa e o desafio de Xadrez, e-book pela e-galáxia, 2014 (juvenil).
  • Pigarreios, Editora Chiado, 2016 (romance).
·        Guarda-trecos, Belo Dia Editora, 2017 (infantil).
·        as nuvens amortecem a queda, (coleção32), Sangre Editorial, 2019.
·        outros tantos, Editora PENALUX, 2019.


terça-feira, 16 de julho de 2019

IN-FINITA APRESENTA... OUTROS TANTOS, DE FLÁVIO ULHOA COELHO


Às vezes o melhor que podemos fazer por um livro, e respectivo autor, é dar a conhecer a primeira impressão. Assim sendo, aqui fica o texto que Isabela Noronha escreveu para o livro OUTROS TANTOS, de Flávio Ulhoa Coelho.

Leveza, rapidez, exatidão, visibilidade, multiplicidade, consistência: são esses os grandes valores literários, aqueles que merecem ser preservados, definiu Italo Calvino, um dos maiores escritores italianos. Não a toa, cada um deles dá titulo às seções deste livro. Os contos de Flávio Ulhoa Coelho são um mergulho nessas virtudes. Começamos com a leveza – despojamento e sutileza, tanto de linguagem quanto de estrutura – e não estamos mais abandonados. É na companhia dela que viajamos dentro do bonde 53 não para um lugar, mas para outro tempo – um em que cabem desejo, café recém-passado e pão quentinho. Passamos por olhares flutuantes, sofremos, nos reencontramos nos olhares futurantes e somos lembrados de que, encontro ou desencontro, só o final, essa mínima parte, muda. É também uma celebração da leveza o humor de Negro y Blanco em que tudo está posto, porém ainda assim o mistério persiste – um convite à imaginação do leitor, convite esse que perpassa todo o livro. Está no absurdo do homem que carrega uma maleta cheia de dedos em uma “missão secreta” em O carregador de dedos, na saudade rubra e triste de Natal, vermelho, na mudança de ponto de vista em Adoção, na dolorida homenagem ao pai em Nove de Julho. É contando com um leitor ativo, inteligente, que essas histórias se realizam. E, mais que oferecerem respostas, se abrem em um diálogo com a reflexão de Calvino: "Quem somos nós, quem é cada um de nós senão uma combinatória de experiências, de informações, de leituras, de imaginações? Cada vida é uma enciclopédia, uma biblioteca, um inventário de objetos, uma amostragem de estilos, onde tudo pode ser completamente remexido e reordenado de todas as maneiras possíveis."


Isabela Noronha, escritora e professora da pós-graduação Formação de
Escritores do Instituto Vera Cruz, em São Paulo

domingo, 7 de julho de 2019

DEZ PERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS A... SOPHIA VARGAS


Agradecemos à autora SOPHIA VARGAS pela disponibilidade em responder ao nosso questionário

1- Escrever é uma necessidade ou um passatempo?

Quanto mais escrevo mais liberta a minha alma. Falar dos meus sentimentos me acalma.

2 - Em que género literário se sente mais confortável?

Em quase todos, falar de amor é sempre mais fascinante.

3 - O que escreve é inspiração ou trabalho?

Além da inspiração, muito do que escrevo tem vida, faz parte da minha história... tenho fascínio pelas imagens. Às vezes transformo em palavras o que elas vêm me dizer.

4 - O que pretende transmitir com sua escrita ?

Eu faço críticas, falo do meu amor por Deus, e da importância do amor no mundo... pensamentos... ensinamentos...

5 - Qual é seu público alvo?

Variado.

6 - Em que corrente literária acha que sua escrita pode ser incluída?

Romantismo. Realismo.

7 - Quais suas referências literárias?

Livro editado (Tecendo Amor Volume 01)
Em edição (Tecendo Amor Volume 02)
Em edição (Tecendo Amor Volume 03)
- Antologias:
  1 - Poetize-se >>> Editora Versejar
  2 - Com(Vertidos) >>> Editora Versejar
  3 - Recanto dos Escritores do Brasil (01) >>> Editora Versejar
  4 - Recanto dos Escritores do Brasil  (02) >>> Editora Versejar
  5 - Elas e as letras Volume (02) >>> Editora Versejar
  6 - Mulher >>> Editora do Carmo
  7 - Literarte >>> Associação Internacional e Escritores e Artistas.
  8 - Conexões  Brasil / Portugal >>> In-Finita
  9 - (Aguardando algumas aprovações...)

 8 - O que costuma fazer para divulgar o que escreve?

  - Recanto das Letras
  - Pensador
  - KD frases
  - Pinterest
  - Instagram
  - Facebook ( Perfil pessoal e 7 páginas )
  - Saraus em grupos

9 - O que ambiciona alcançar no mundo da escrita?

Apenas reconhecimento.

10- Que pergunta gostaria que lhe fizessem e como responderia?

- Pergunta - Você comete plágio?
- Resposta - Meu encanto não é só pela poesia. Por trás dela há meu caráter. Que carrego no dia a dia.

sábado, 6 de julho de 2019

DEZ PERGUNTAS CONEXÕES ATLÂNTICAS A... VIEIRINHA VIEIRA


Agradecemos à autora VIEIRINHA VIEIRA pela disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Escrever é uma necessidade ou um passatempo?

Escrever antes de mais tem vindo a ser uma profissão, não porque vivo da escrita, mas pelo tempo despendido e amor aplicado. Porque encaro a escrita com seriedade, responsabilidade e respeito. Depois porque sempre foi uma necessidade pessoal e íntima para além de ser onde passo boa parte do meu tempo. Tempo  esse onde me construo e construo a minha vida. Nada é por acaso, sou escriturária faz 20 anos este final de ano. 

2 - Em que género literário se sente mais confortável?

O género literário que mais gosto é o lírico, infantil e dramático.

3 - O que escreve é inspiração ou trabalho?

Tudo começou como uma necessidade que passou a ser uma inspiração e tem virado profissionalismo devido às exigências.

4 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Que o mundo pode realmente ser melhor, está nas nossas mãos. Afinal a união faz a força, a questão é: "Para que lado pende as decisões do mundo? Porquê? Como? Quem faz essas decisões?"

5 - Qual o seu público alvo?

Todo o público é alvo. O chamar atenção para a importância do pensamento e do seu estado, tudo isto não é uma questão de ser iluminado como alguns senhores pretende fazer parecer e sim de reflexão. Até porque nunca me vi como melhor que ninguém, até porque a importância que nos é dada, "principalmente aos literários de raiz", é nula. E o silêncio diz muitas vezes mais que uma palavra. Todos nós achamos que sabemos pensar e que o nosso jeito de pensar é o correcto a verdade é que no decorrer da vida, a própria vida nos vai provar que não é bem assim. Sou apenas mais um ser, a querer estar na sociedade, ativo fazendo aquilo que gosto e aplicando o talento que possa ter e explorar.

6 - Em que corrente literária acha que a sua escrita pode ser incluída?

Já li livros de diversos autores dos mais conhecidos aos menos, dos considerados pelos críticos melhores e menos bons. Hoje em dia apesar do tempo escasso para a leitura seleciono mais. No entanto é nos seus reflexos, convergências e divergências que mergulho para criar referências. O mundo: As minhas sensações a plenitude do meu eu. Talvez seja isto poesia ou a minha vida seja apenas ficção.

7 - Quais as suas referências literárias?

Todos lemos Camões "Lusíadas", Florbela Espanca, António Nobre, Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Miguel Torga, Mia Couto mas também já li a bíblia, Osho, António Damásio, mais contemporâneo Pedro Chagas Freitas, Veronica Roth, Nora Gray e Leonard Cohen e alguma filosofia (livros escolares dos miúdos)

8 - O que costuma fazer para divulgar o que escreve?

Escrever! Participar como coautora, estar presente nos eventos literários e disponível sempre que convidada ou solicitada.

9 - O que ambiciona alcançar no universo da escrita? 

Tudo. O Universo é rico e hoje mais que nunca sinto que tenho muito a explorar de mim, sempre fui justa e os meus valores sempre defini como tal. Já mudei várias vezes no decorrer da minha vida, mas continuo reforçando os meus valores (mudo postura, reações, gestos, peso e roupas mas os valores são como raiz que me mantém viva).

10 - Que pergunta gostaria que lhe fizessem e como responderia?

Quem ganhou o prémio Nobel da literatura? Eu  ☺

terça-feira, 25 de junho de 2019

DEZ PERGUNTAS MULHERIO DAS LETRAS PORTUGAL... PAULA VALÉRIA ANDRADE


Agradecemos à autora PAULA VALÉRIA ANDRADE pela disponibilidade em responder ao nosso questionário 

1 – Como você vê o papel da mulher na literatura atual? 

Essencial e pungente. Ainda é preciso fazer mais, e mudar o quadro atual, equalizando mais autoras publicadas X livros ao ano. Ampliar os espaços e conjugar mais narrativas e diversidades, mesmo dentro de gênero feminino. É preciso fazer mais, porém já alcançamos um progresso nunca antes estimado ou visto, no Brasil. Temos movimentos, grupos, saraus, coletivos e núcleos de ação literária e poética para o desenvolvimento da mulher escritora. Isso é lindo! Mas ainda é preciso fazer mais e crescer os espaços de expressão da mulher, onde ela estiver.

2 – Em que medida o universo feminino influencia na hora de escrever?

No meu coração, sangue, órgãos, pulso e hormônios femininos. Não penso no universo feminino. Sou mulher. E assim vejo o mundo pelo meu viés. Meu olhar de mulher inserida no mundo. Sou mulher escrevinhando seus retratos, meus retratos, nossas vivências. O que se percebe ao redor. Registros foto-antropométricos de memórias e cenas urbanas, situações cotidianas.

3 – Em que corrente literária acha que a sua escrita se enquadra?

Sou mutante ambulante e minha poética caminha a partir de fragmentos de conceitos literários, e navega misturada e liquidificada em sentidos e vertentes, por vezes mais subjetiva, ou lírica. Por vezes, mais experimental, formalista, à Oswald de Andrade, João Cabral, poesia concreta. A poesia que busco torna-se, ainda, por um lado mais cotidiana, urbana quanto à temática, e por outro lado, ela é instrumento, um lugar de fala e de pressão contra as ditaduras antidemocráticas. Me simpatizo no passado da régua cronológica, com as correntes do Arcadismo onde busco sempre a conciliação entre homem e os elementos da natureza, acredito nessa profunda troca. E trago toques de Realismo e Naturalismo onde como escritora, viro apenas uma observadora da vida das personagens. E abraço o Simbolismo, numa poesia espiritualizada e concentrada no poder da sugestão. E tudo isso junto e misturado faz uma poesia pós-moderna e contemporânea, que traz a marca dessa liberdade de diálogos e intersecções entre os processos criativos e de linguagens da expressão. Sou o nada, e um pouco disso tudo amalgamado, quando escrevo.

4 - Que importância dá aos movimentos de integração da mulher? 

Total importância. Sou ativista nas artes e literatura. E comecei cedo, trabalhando no site pioneiro para mulheres em 1998 – o Wmulher , criado por Flavia de Queiroz Hesse. A partir daí, sempre me envolvo e participo de movimentos e coletivos, em prol da livre expressão da mulher brasileira. Editei, coordenei e publiquei em sites e portais da web, como a Oficina do Pensamento, a Revista Esfera de Cultura On Line e o Cronópios, e fiz trocas muito interessantes, com mulheres brasileiras e de todos os países latinos, através da Internet.
Participo do grupo Mulheres Poetas do organizador e também poeta Rubens Jardim, com saraus na Casa das Rosas, São Paulo. Sou curadora de projetos e entre eles, o Sarau “O Feminino Infinito” há mais de um ano em São Paulo, onde atuo como MC, além de produtora. Estas experiências, são pontuais e importantes na minha carreira de artista, poeta e escritora (digital e publicada). Trabalhar com mulheres, proporcionar trocas, valorizar seu desenvolvimento e expressão livre, é um direito de cidadania e prazer de construção, na conscientização de um mundo melhor, mais igualitário e menos violento. Podemos ser proativas nisso, se amarmos os resultados sociais e sócio afetivos. 
Além disso, como profissional do teatro desde 1990, me envolvo em montagens que tragam temas e personagens femininos de relevância, para formação de um público mais consciente, sobre a integração da mulher na sociedade de forma mais justa, igualitária, e menos opressiva. 
Acredito neste ativismo sutil e cotidiano, onde pouco a pouco o respeito ao feminino toma corpo, e se agrega numa egrégora de força e potência. Fico muito contente em participar como autora, do movimento Mulherio das Letras, ativo em todo o Brasil, e agora em Portugal. Juntas somos mais Fortes, não é mesmo?

5 – O que acredita ser essencial para divulgar a literatura? 

Paixão e voz ativa. É claro que políticas públicas ajudam muito, sempre.

6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?

Não vejo pontos negativos. Só percebo coisas boas na escrita. E assim, sigo.

7 – O que pretende alcançar enquanto autora? 

Não pretendo alcançar nada. Apenas vivenciar. Viver, é mais que tudo. Já tenho tudo que preciso comigo por dentro, que é a minha relação intima e profunda, com o que vejo, sinto e consigo escrever.

8 – Cite um projeto a curto prazo e um a longo prazo.

A curto prazo, tem dois novos livros. E um, é a participação na Coletânea Poética da Poesia Primata, coleção especial de mulheres poetas – com a plaqueta “O Universo de Nós (2) Dois” a ser lançada agora em junho, no dia 29 às 19hrs, em São Paulo. 
O outro, é o lançamento do novo livro de poesia “A Pandemia da Invisibilidade do Ser” pela Editora Algaroba, na FLIP Paraty dia 13 de julho (de 13hrs às 15hrs), na “Cadeia Literária”, antigo prédio do sec. XVIII. Vai ser uma festa o sarau-lançamento, com leituras e projeções de vídeos- books trailers poéticos! Depois partimos para lançar em São Paulo em agosto. E no Rio. E assim por diante.
E ao longo prazo, é estudar cada vez mais dramaturgia, literatura, filosofia e mesclar com poesia e múltiplas linguagens estéticas, dança, música e mix media. O namoro com o verbivocovisual me encanta na poesia. A dialética, o épico e o surrealismo também.

9 - Sugira uma autora e um livro (contemporâneos).

Outros Cantos - de Maria Valeria Rezende

10 - Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

O que é mais importante, a poesia ou a vida? 
– A vida, porque a poesia nela, nua está.

domingo, 23 de junho de 2019

DEZ PERGUNTAS CONEXÕES A... LURDES TEIXEIRA COSTA


Agradecemos à autora LURDES TEIXEIRA COSTA pela disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Escrever é uma necessidade ou um passatempo?

Uma necessidade

2 - Em que género literário se sente mais confortável?

Gênero épico-narrativo

3 - O que escreve é inspiração ou trabalho?

Inspiração

4 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Que o poder do amor pode não curar as feridas visíveis aos olhos, mas cura as da alma. A importância dos nossos sonhos, em acreditarmos em nós próprios.

5 - Qual o seu público alvo?

Todos (preferencialmente mulheres)

6 - Em que corrente literária acha que a sua escrita pode ser incluída?

Dentro da época actual. Romantismo e textos de vários temas.

7 - Quais as suas referências literárias?

Em crónicas de histórias em ordem temporal, poesia, romance, história da arte, policial e drama. Gosto de ler ALA, Fernando Pessoa, Pablo Neruda, Sofia de Mello Breyner entre outros.

8 - O que costuma fazer para divulgar o que escreve?

No momento só nas redes sociais, mas já participei em concursos.

9 - O que ambiciona alcançar no universo da escrita?

O céu é o meu limite. Contudo um passo de cada vez, pois já tive pressa demais.

10 - Que pergunta gostaria que lhe fizessem e como responderia?

Porque escreve tanto sobre o amor? Desespero é não sentir a sua dor.

sábado, 22 de junho de 2019

DEZ PERGUNTAS CONEXÕES A... ISABEL BASTOS NUNES


Agradecemos à autora ISABEL BASTOS NUNES pela disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Escrever é uma necessidade ou um passatempo?

Escrever é uma necessidade

2 - Em que género literário se sente mais confortável?

Na Poesia (sendo a Poesia um género literário caracterizada pela composição de versos, eu sinto-me mais à vontade escrevendo livremente sem preocupação de rimas, mas sim numa construção harmoniosa)

3 - O que escreve é inspiração ou trabalho?

Escrevo numa inspiração trabalhada e construída, procurando dar ao tema a que me propus uma construção harmoniosa mas correcta no seu Português.

4 - O que pretende transmitir com a sua escrita?

Escrevo conforme o meu estado de espírito, imagens que me possam ter impressionada e factos da vida real.
A natureza, também me tem inspirado para alguns poemas.

5 - Qual o seu público alvo? 

O meu público alvo, necessariamente os que gostam de Poesia!

6 - Em que corrente literária acha que a sua escrita pode ser incluída? 

Não posso definir a minha Poesia numa corrente clássica, nem sigo nenhuma corrente específica por que não a sujeito a nenhuma regra, mas posso dizer que a considero dentro de várias correntes numa busca da expressão dos meus sentimentos perante a vida!

7 - Quais as suas referências literárias?

Florbela Espanca, Fernando Pessoa, Eugénio Andrade, Joaquim Pessoa e muitos mais… mas estes são os principais.

8 - O que costuma fazer para divulgar o que escreve? 

Além dos livros que já publiquei, a partilha no Facebook e nas Colectâneas, Tertúlias, Saraus, convívios e leituras nas Escolas e efemérides para as quais sou convidada.

9 - O que ambiciona alcançar no universo da escrita?  

Reconhecimento de um trabalho ao qual me arduamente quase diariamente.

10 - Que pergunta gostaria que lhe fizessem e como responderia?

Porquê só agora?
Só agora não, desde pequena que escrevo Poesia… mas as circunstâncias da vida, fizeram-me que fossem perdidos (num baú que se extraviou numa viagem de Angola para Portugal) quase todos os poemas escritos na minha juventude. Depois o recomeçar de uma vida em Portugal em situações não muito favoráveis, que me truncaram durante algum tempo a possibilidade de escrever como desejaria… mas a pouco e pouco fui juntando o que ia escrevendo e assim é até hoje!