quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

VAMOS FALAR DISSO... MARIA FÁTIMA SOARES

OS MEUS AGRADECIMENTOS À ESCRITORA MARIA FÁTIMA SOARES PELA PRONTIDÃO COM QUE RESPONDEU AFIRMATIVAMENTE AO MEU DESAFIO 


CONJECTURANDO
Hoje há de tudo. Cursos de escrita criativa, de como devemos falar, andar, mexer, sentar, comer, olhar, amar e… Como se duas pessoas não soubessem no início de tudo, sem ninguém explicar nada, como proceder e encaixar-se, de modo a chegarmos a hoje. Concordo com o aperfeiçoamento contínuo! O interesse inesgotável sobre todos os assuntos e a inquietação inerente a cada um, mas creio, com uma convicção marcada, que quem não nasce com um pouco de tinta diluída no sangue (de modo a fazer entoar as letras como um cântico imortal, de beleza infinita) ficará sempre aquém, dos “mestres,” a quem pouco ou nada foi ensinado, mas descoberto a pulso… Genuinamente lhes foi “metido” no sangue, aquando das características, de quem viriam a ser e frequentem-se os cursos que se frequentarem, nunca se deixará de ser uma parca semelhança ainda que isso contrarie, nos doa e custe a admitir. Nem todos nasceram para “génio.” Nem todos nascemos com o “dom!”

E há tantos que nascendo com ele, não se funde ali, nos caracteres escritos mas noutra forma qualquer de “expressão” que se deve alimentar. Sem continuar a lavrar numa teimosia, de que todos somos quem gostaríamos, ou pretendemos ser. Não sou contra cursos, ou estudos, diga-se. Não, sou! Só se chega a um discurso “brilhante” ou capaz, após aturada leitura, procura, análise exaustiva do que os outros fazem! Pensam e contrapondo as nossas próprias ideias e estilos. Mas muito negócio se faz, com tudo e um tudo, de um todo, visível na etimologia (sentido límpido, cristalino, para que está direcionado) ou maviosamente velado, que serve para se diluir no encanto, que pode derivar unicamente, em ganhar-se dinheiro. A literatura, penso eu, é a filha bastarda das artes. Será sempre a menos querida, sendo de entre todas quiçá a mais brilhante. Que me perdoem os pintores, todos os ramos na pintura inseridos. A dança, com a deusa música, como patrona. E tantos filhos e sobrinhos, que foram crescendo por aí ao longo dos tempos, fruto de ligações legítimas ou fortuitas delas (artes) com cada artista, por consequência, cada amante, seu… Que breve as esqueceu ou trocou! Chamou a si, como paixão única. Indelével, as imprimiu na carne, tornando-as eternas à custa de muito. Muito mesmo. Sacrifício de tudo! Incompreensão de bastante. Sangue suor lágrimas como uma guerra pessoal, que muitas vezes se trava solitário, contra tudo e todos ( ou quase) que descrêem. Não são sensíveis a ponto de compreender porque se ama… Assim!

E a Literatura é tanto, para mim e muitos, que podia escrever eternamente sem chegar a uma conclusão pacífica e conclusiva num ponto final, de… Fim! A literatura é antes de mais, como tudo a que nos propomos e assim deve ser, AMOR, mas formação de espírito. Essa, ninguém a adquire ou “vende,” se não se nasce com ela. Não se adquire em nenhuma banca de mercado, curso de faculdade, ou ensino “avulso” de como “se faz”… Quando o nosso cérebro e o coração. A alma! É que nos deve comandar, os dedos e produzir obras de admirar. A literatura é acima de tudo respeitarmo-nos. Respeitar os outros. Nenhuma arte traduz tão bem o comportamento e o que é “devido,” como outros “braços” da literatura (psicologia, filosofia etc) mas também contornável, numa revolta massiva e construtiva, que as letras possibilitam ao pensamento! Ao sentimento, que se constrói duma realidade que se sente, e por vezes rebenta num… “Sei que não vou por aí!” É não só amar o próximo, porque houve um Deus que mandou, mas exatamente porque o homem/mulher que somos, entende assim! Acha que ele merece. É não invejar, provocar, armadilhar, maldizer, desvalorizar. Não comparecendo. É ouvir. Combater pelo mesmo fim e querer estar ao lado! Ser escritor é ser sensível, mais que a maioria. Amar as letras e o mundo e querer para os outros, o que queremos atingir. Seja isso o sucesso ou a merda em larga escala. Muita! Como se diz no teatro. E que se “partam todas as pernas do mundo!” Seja aplaudido, de pé, quando alguém entoa um poema em viva voz. Proclama um excerto de texto. É estar lá! Nos eventos dos outros, não só que gostemos que apareçam nos nossos. Estar calado e atento. Se possível, embevecido e enlevado, (não pedirei tanto…) Porque nos merecem respeito. E admiração. Aplauso! O nosso foco total. Orgulho em ser parceiro, ou somente conhecer de vista. Chegar à fala… É saber como agir e às claras! Não se chegar a ninguém unicamente para tirar proveitos e depois esquecer. Só para nos esclarecermos de quais os passos a dar futuramente, para nos promovermos de seguida e “ultrapassar” e minar! Isso é acoitar-se na mais desprezível atitude de quem não é de bem. Servir-se de quem nos serviu e não mais valorizar essa ajuda é não só ingrato, mas indigno. Adulá-los e manobrá-los e depois cuspi-los, porque já nos posicionámos do centro nevrálgico da “coisa.” Poderia condenar todo o oportunismo e cinismo. Toda a velhacaria e profunda anomalia que são alguns, nestes meandros da escrita. Como os haverá noutros locais (e nas variadas artes), mas não o faço. Não o merecem! Não mais que esta citação lógica, do quão ignóbil é, quem assim procede. Quem se presta a roubar um livro, quando nunca ninguém lhe disse que seria obrigado a comprá-lo. Só o convidou para ali, pelo prazer de compartilhar um momento bonito, não pela vaidade ou supremacia. Porém há quem nunca seja belo e consequentemente, transforme em feio, tudo aquilo em que toca. Há muito, muito que me levaria a ser idosa e de cabelos brancos, sem ver o tempo a passar, e continuaria a escrever para explicar, nunca conseguindo fazê-lo!


Há outra coisa importante e ligada a quem escreve, que depõe todas as suas esperanças em alguém que lê, mas não só! Depõe num outro, que o promove. E assim: Todo o editor DEVIA ser um pai! Tendo esse papel, jamais condenar ao fracasso. Favorecer. Escolher. Dividir. Apenas promover, uns. Entender, escutar e Amar que não equitativamente. Fazendo-o com o mesmo fervor e orgulho ao “filho” mais dotado, do que o mais “desajeitado.” Até ao controverso e revoltado. Porque todos somos, a nosso modo, brilhantes. Temos a nosso modo, valor. Que não sejamos uns… Lapidados! Outros só polidos. Porque se nascemos iguais. Iguais devem ser as oportunidades. E lealmente atribuídas.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

EU FALO DE... LARÁPIOS

Ontem em conversa com uma autora, fiquei a saber que no dia do lançamento do seu mais recente trabalho, aquando do balanço final sobre as vendas, o editor foi confrontado com uma diferença entre o dinheiro em caixa e os livros em falta. Tendo em conta que já não é o primeiro caso que chega ao meu conhecimento, sou impelido a tecer algumas considerações sobre esta situação que parece começar a ser recorrente. E, meus amigos, não estamos a falar de um ou dois livros mas de números bem superiores.

Como tenho afirmado várias vezes, o facto de comparecermos num evento não nos obriga a comprar seja o que for. Sendo verdade que as vendas nos eventos são importantes, não é menos verdade que a simples presença é muito gratificante para o autor. E neste assunto sinto-me perfeitamente em condições de poder opinar neste sentido porque, em primeiro lugar, já aconteceu em eventos meus aparecerem pessoas para simplesmente me darem um abraço sem terem comprado o livro, em segundo lugar e devido à minha condição de desempregado, nem sempre me é possível comprar o livro, mas isso não me impede de aparecer nos eventos.

Analisando cruamente a questão e colocando-me no lugar de cada um dos afectados tenho de dizer que:

a) não gostaria de estar na pele dos editores na hora de se verem confrontados com este género de situações. Acredito que deve ser tremendamente frustrante e incómodo ter de informar os autores que alguém pegou em livros sem pagar.

b) não gostaria de estar na pele das pessoas que ficam nas bancas a vender os livros e no final ficar a saber que alguém, com um acto incorrecto, para não dizer criminoso, colocou a sua honestidade e competência em causa.

c) não gostaria de estar na pele de um autor ao receber esta noticia porque, em circunstâncias normais, as pessoas que aparecem são, aos seus olhos, gente boa e insuspeita.

d) quanto aos infractores... nem consigo imaginar-me a fazer algo semelhante. No entanto devo dizer que estes actos nada mais são do que um aproveitamento da boa fé da pessoa que está a vender, uma enorme indiferença pelo trabalho de várias pessoas que fazem muito em prol da cultura, muitas vezes por mera carolice, e uma tremenda falta de respeito, para não dizer traição, ao autor, afinal o motivo principal para estarem num evento.

Para finalizar e sem querer fazer o papel de moralista porque sou perfeito nas minhas imperfeições, resta-me dizer que não encontro razões que justifiquem estes actos. Acredito que é mais vergonhoso ROUBAR um livro do que aparecer no evento e sair tal qual se entrou. Mas isso digo e faço eu porque gosto de andar de cabeça erguida.

Acho que vou começar a ficar de olho nas bancas não vá aparecer alguém que prefira andar com os olhos no chão.


MANU DIXIT

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

EU FALO DE... EGO


Já não é a primeira vez, e creio que não será a última, que surge como tema de conversa, entre mim e alguns amigos, uma questão que, apesar de ter escrito muito pouco, ou quase nada, sobre ela, está muito clara na minha cabeça como sendo um defeito/virtude que me identifica.

Não têm sido escassas as vezes em que refiro as diferenças existentes entre o Emanuel Lomelino (autor) e a pessoa que lhe empresta o corpo. No entanto, existem alguns aspectos que são comuns aos dois e aquele que mais sobressai é o ego. Quem me conhece, nas duas facetas, sabe que tenho um ego enorme e que se dependesse, única e exclusivamente, dele para me alimentar eu seria obeso.

Como referi, esta questão do ego tem aparecido muitas vezes nas conversas que tenho com amigos da escrita e decidi vir aqui escrever sobre o assunto por causa de uma "acusação" que me tem sido feita com alguma frequência, sendo o meu ego apontado como incompatível com a atitude que me acusam.

Em primeiro lugar e não será novidade nenhuma o que agora direi, o facto de ter um ego grande e fazer alarde disso não implica que o tente alimentar a todo o custo ou com gula desmesurada. Bem pelo contrário. O meu ego alimenta-se daqueles momentos especiais em que, vindo do nada, aparece o reconhecimento pelo que faço, digo ou escrevo. O meu ego engorda quando pela manhã entro no café da D. Rosa e sou recebido com um sonoro: "Bom dia, poeta!", o meu ego cresce quando alguém que leu algo meu me diz: "Identifico-me com este e aquele poema", o meu ego aumenta quando alguns responsáveis de outras editoras me dizem: "Parabéns pelo seu livro, gostei do que li", o meu ego sobe quando um autor me envia algo seu para eu dar uma opinião. Tudo isto e muito mais situações semelhantes enchem-me o ego e eu gosto de ter o ego cheio.

Mas ter um ego como o meu jamais me fará subir a patamares de vedetismo ou sobranceria. Se, por um lado, o Emanuel Lomelino (autor) está focado exclusivamente nas questões literárias, o outro, aquele que já existia antes do autor, tem o foco bem mais alargado e faz questão de sobrepor os seus ideais aos interesses do autor.

Aqui chegados vamos então falar da tal "acusação" que me fazem.

Como muitos saberão, para além deste, tenho mais dois blogues. Um onde exponho a minha poesia e outro onde faço a divulgação de textos de outros autores, cujos livros ou antologias em que participam fazem parte da minha biblioteca pessoal. Ora bem! Sou acusado de não saber gerir em meu proveito as actualizações desses espaços porque tenho dado muito mais destaque aos outros autores (um poema por dia) do que à minha própria criação (passam meses sem lá colocar nada). Para além disso, dizem alguns, ter este blogue para colocar dedos nas feridas e apontá-los para situações relacionadas com a literatura, só me prejudicam enquanto autor e que essa circunstância é completamente antagónica ao imenso ego que tenho para alimentar.

Para esta acusação posso dar duas respostas:

1ª Bem ou mal, sempre que falam é publicidade gratuita!

2ª Enquanto autor, sei que o meu trajecto já ultrapassou as minhas intenções iniciais (sempre disse que o objectivo era publicar três livros e, neste momento, o quinto está prestes a sair) e não é por dar mais ou menos visibilidade ao que escrevo que as vendas vão aumentar exponencialmente. Para além disso, tenho os pés bem assentes no chão e a consciência plena que é muito complicado, para não dizer impossível, atingir plataformas maiores e públicos mais alargados.

Por outro lado, todos têm a noção da realidade e sabem que a poesia não se vende (vai-se vendendo) e a oferta nas redes sociais é tanta que acabamos todos por viver em eterna obscuridade. Mas sobre isso escreverei noutra oportunidade.

Em jeito de conclusão e para que não restem dúvidas, vou continuar a divulgar os textos de outros autores, vou continuar a escrever textos de opinião a criticar ou a louvar situações ligadas à literatura e quando me der na cabeça publico poemas meus no blogue.

Sim, tenho um ego gigantesco e esfomeado mas posso alimentá-lo ao mesmo tempo que dou visibilidade a outros autores de língua portuguesa.

MANU DIXIT

            

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

SOBRE "CIDADE EMPRESTADA"

CIDADE EMPRESTADA - FRANCISCO VALVERDE ARSÉNIO

Existem livros assim! Daqueles que nos fazem viajar dentro de nós mesmos através das palavras, quase sábias, dos seus autores. Palavras que, apesar de escritas e impressas em folhas de papel, parecem ser providas de voz que ecoa nos nossos ouvidos e nos desperta os sentidos.

Existem livros assim! Daqueles que nos fazem acreditar que tudo é possível na vida e que os males do mundo são insignificâncias às quais se dá demasiada importância em detrimento das coisas que realmente interessam.

Existem livros assim! Daqueles que nos prendem sem algemas nem ameaças e nos dão a capacidade de usufruir, em toda a sua plenitude, de liberdade suprema. Liberdade que se conquista a cada palavra lida e compreendida.

Existem livros assim! Daqueles que nos provocam reacções e contradições; nos sugerem alternativas e novos rumos; nos ensinam que o melhor trajecto para o ser humano é ser igual a si próprio, mesmo que existam encruzilhadas e desvios ao longo do caminho.

Existem livros assim! Daqueles que nos fazem parar para reflectir; pensar nos obstáculos que a vida nos coloca pela frente, nas vitórias e derrotas como seres humanos e ainda lhes sobra tempo e espaço para nos proporcionar enormes momentos de prazer na leitura.

Existem livros assim! Daqueles que nos aconchegam e abandonam a cada passo; nos abraçam e nos apontam o dedo como se, ao escrevê-los, os autores estivessem a falar de nós com conhecimento profundo daquilo que somos, fazemos e pensamos. Livros que nos exigem e nos cobram, nos inspiram, incitam e provocam.

Sim! Existem livros assim! E eu tenho um desses livros aqui, ao meu lado, fazendo-me companhia. Obrigando-me a reflectir sobre as minhas vitórias e derrotas. Prendendo-me às suas palavras através das algemas que são conceitos e ideias sobre vários aspectos da vida. Dando-me toda a liberdade de raciocínio e livre arbítrio na descoberta das diferenças e semelhanças entre mim e o seu autor, que me aproximam ou afastam dele e das suas palavras. Este livro conhece-me e cobra-me toda a atenção que lhe dispenso. Este livro tem estado a provocar-me e é uma grande fonte de inspiração.

Ao contrário do que muitos pensam, este é um livro de poesia!

Tal como o próprio autor tem dito em várias ocasiões, também eu acredito que a poesia não é nem pode ser apenas versos sobre versos, rimas sobre rimas. Tampouco deve ficar umbilicalmente ligada a conceitos ríspidos e de pura subserviência que mais não fazem que restringir, não só a própria poesia mas também o criador. Poesia, mais que escrita nutrida de beleza construtiva e floreados técnicos, deve ser portadora de mensagem, conteúdo e sentimento. Se tiver todos estes ingredientes, pouco me importa se tem rima, cruzada ou emparelhada, se os versos são decassilábicos ou brancos ou se a apelidam de prosa poética. Para mim, e não sou o único a afirmar isto, poesia é bem mais que estilo ou género. Poesia é estado de alma, é interacção, é expressão de conceitos, ideias e sentimentos, é diálogo, conversa animada, séria, lúdica e assertiva. Enfim, poesia é, acima de tudo, comunicação. E este livro tem um enorme grau de comunicabilidade.

Ao ler e reler este livro sinto vontade de lhe dizer as suas próprias palavras:

“Não me lembro se chegaste a pedir para entrar nos meus dias... mas que importa... apetece-me afundar no teu olhar e perdermo-nos num momento que não termine nunca.”

MANU DIXIT


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

2º CONCURSO LITERÁRIO ALENCRIATIVOS


No seguimento do sucesso alcançado, a nível nacional, com o I Concurso de poesia Audaz Fantasia, as responsáveis pelo grupo ALENCRIATIVOS, a escritora Maria Eugénia Ponte e a poetisa Ana Coelho, decidiram prosseguir este seu esforço em prol da cultura e da promoção da vila de Alenquer, organizando a segunda edição deste concurso de escrita, este ano dedicado à prosa, na versão conto.

Neste sentido, já está a decorrer a fase de recolha dos trabalhos candidatos ao II Concurso Literário AlenCriativos, subordinado ao tema CONTOS COM VIDA e que se prolongará até ao dia 20 de Fevereiro de 2014.

Tal como no ano passado, esta iniciativa conta com o apoio do Pelouro da Cultura do Município de Alenquer, ao qual se junta este ano a Junta de Freguesia do Carregado/Cadafais.

Para quem usa as redes sociais pode verificar neste endereço www.facebook.com/groups/alencriativos todas as iniciativas que este grupo coordena e participar.

Para quem escreve prosa e pretende saber as regras que regem esta iniciativa aqui ficam os regulamentos para as duas categorias do II Concurso Literário AlenCriativos:

2º Concurso Literário AlenCriativos destinado a enaltecer a escrita
O tema a Concurso será "Contos com Vida"  

Adultos maiores de 18 anos

Regras de participação:

1- Só serão considerados trabalhos que abordem o tema exposto - "Contos com vida"

2- A este concurso podem candidatar-se todos os cidadãos nacionais residentes no Continente e Arquipélagos da Madeira e Açores, assim como todos os portugueses a residirem no estrangeiro, (desde que tenham a possibilidade de um representante na sessão da entrega de prémios), com idade igual ou superior a 18 anos. (18 anos feitos até ao dia que encerra a receção dos trabalhos a concurso.)

3- Os contos devem ser originais e esclarecemos que não pode ser divulgado o seu autor nem serem publicados, qualquer que seja a forma de publicação (em livro, em blogues, no Facebook…). Caso se verifique a quebra de anonimato a participação é retirada.

4- Devem ser enviados em formato A4, com a letra em Arial tamanho 11, o limite máximo é de 3 páginas A4 na letra e tamanhos referidos. A data limite para a receção dos trabalhos é 20 de Fevereiro de 2014.

5- Os contos, até três por concorrente, devem ser enviados em folha de Word, um anexo por conto, e noutro documento anexo os dados do autor: nome, nacionalidade, localidade de residência, contato de email e telefone, para o email alencriativos@hotmail.com. Devem mencionar a categoria a que concorrem: Maiores de 18 anos.

6- Aos trabalhos será atribuído um número por ordem de chegada, e enviados para o júri sem identificação, só após a deliberação do júri a organização fará a divulgação do autor.

7- É obrigatório o nome verdadeiro do autor, podendo usar o pseudónimo literário, mas dando a conhecer à organização o nome de BI.

8- Os prémios e menções honrosas são entregues no evento público sendo obrigatória a presença do premiado ou de um representante nomeado pelo mesmo. A organização terá de ser informada antecipadamente pelo concorrente.

9- Os trabalhos serão analisados por um júri constituído por três elementos de reconhecido valor literário.

10-Os membros da organização e do júri estão impedidos de concorrer, assim como os familiares diretos, por uma questão de imparcialidade, justiça e idoneidade.

11- Os premiados com os três melhores trabalhos e com as sete eventuais menções honrosas, serão informados individualmente por email ou telefone.

12- A decisão do júri quanto aos autores premiados será tornada pública através dos órgãos de comunicação social, sem ordem de atribuição, a partir de 08 de Março. A ordem de atribuição só será conhecida por todos no Evento da Entrega de Prémios.

13 – Na Cerimónia de Entrega dos Prémios a realizar 16 de Março de 2014, pelas 15:30 horas, no Museu João Mário em Alenquer, deverão comparecer os concorrentes premiados sem os quais a Organização achar-se-á no direito de considerar os prémios sem efeito. A sua ausência só será considerada por motivos justificados.

14- A organização e o júri comprometem-se a destruir os ficheiros de todos os trabalhos enviados a concurso e a não divulgar qualquer destes trabalhos. Os trabalhos premiados serão dados a conhecer ao público em geral, no evento da entrega dos prémios.

15- Qualquer esclarecimento adicional é feito para o email alencriativos@hotmail.com

16- Qualquer ponto não mencionado nas regras que possa surgir será a organização e o júri a deliberar, assumindo a total responsabilidade.

-1º Prémio; Edição de um livro com a chancela da Editora Universus

-2º.prémio - Estadia de uma noite (sábado para Domingo) para duas pessoas, com pequeno almoço incluído, no Moinho de Vento do Lugar da Serra (Moinho da Carnota) - Santana da Carnota - Alenquer, propriedade de Maria Antónia Pinheiro da Ponte (Turismo de Habitação, Moinho que faz parte da Rota Turística dos Moinhos de Alenquer).

Pack de produtos Avon oferta da coordenadora Marina Soares

3º Prémio- Jantar para duas pessoas no requintado restaurante do complexo turístico da Quinta do Castro, em Pragança, junto à zona protegida da Serra de Montejunto


...Os Jovens Contam...

O tema a Concurso será "Contos com Vida"  

Jovens com menos de 18 anos

Regras de participação:

1- Só serão considerados trabalhos que abordem o tema exposto - "Contos com vida"

2- A este concurso podem candidatar-se todos os jovens nacionais residentes no Continente e Arquipélagos da Madeira e Açores, assim como todos os portugueses a residirem no estrangeiro, (desde que tenham a possibilidade de um representante na sessão da entrega de prémios), com idade inferior a 18 anos.

3- Os contos devem ser originais, esclarecemos que não pode ser divulgado o seu autor nem serem publicados, qualquer que seja a forma de publicação (em livro, em blogues, no Facebook…). Caso se verifique a quebra de anonimato a participação é retirada.

4- Devem ser enviados em formato A4, com a letra em Arial tamanho 11, o limite máximo é de 3 páginas A4 na letra e tamanho referidos.  A data limite para a receção dos trabalhos é 20 de Fevereiro de 2014.

5- Os contos, até três por concorrente, devem ser enviados em folha de Word, um anexo por conto, e noutro documento anexo os dados do autor: nome, nacionalidade, idade, localidade de residência, estabelecimento de ensino que frequenta e contacto de email e telefone, para o email alencriativos@hotmail.com Devem mencionar a categoria a que concorrem: Os jovens Contam

6- Aos trabalhos será atribuído um número por ordem de chegada, e enviados para o júri sem identificação, só após a deliberação do júri a organização fará a divulgação do autor.

7- É obrigatório o nome verdadeiro do autor, podendo usar o pseudónimo literário, mas dando a conhecer à organização o nome de BI.

8- Os prémios e menções honrosas são entregues no evento público sendo obrigatória a presença do premiado ou de um representante nomeado pelo mesmo. A organização terá de ser informada antecipadamente pelo concorrente.

9- Os trabalhos serão analisados por um júri constituído por três elementos de reconhecido valor literário.

10-Os membros da organização e do júri estão impedidos de concorrer, assim como os familiares diretos, por uma questão de imparcialidade, justiça e idoneidade.

11- Os premiados com os três melhores trabalhos e com as sete eventuais menções honrosas, serão informados individualmente por email ou telefone.

12- A decisão do júri quanto aos autores premiados será tornada pública através dos órgãos de comunicação social, sem ordem de atribuição, a partir de 08 de Março. A ordem de atribuição só será conhecida por todos no Evento da Entrega de Prémios.

13 – Na Cerimónia de Entrega dos Prémios a realizar 16 de Março de 2014, pelas 15:30 horas, no Museu João Mário em Alenquer, deverão comparecer os concorrentes premiados sem os quais a Organização achar-se-á no direito de considerar os prémios sem efeito. A sua ausência só será considerada por motivos justificados.

14- A organização e o júri comprometem-se a destruir os ficheiros de todos os trabalhos enviados a concurso e a não divulgar qualquer destes trabalhos. Os trabalhos premiados serão dados a conhecer ao público em geral, no evento da entrega dos prémios.

15- Qualquer esclarecimento adicional é feito para o email alencriativos@hotmail.com

16- Qualquer ponto não mencionado nas regras que possa surgir será a organização e o júri a deliberar, assumindo a total responsabilidade.


-1º prémio; Edição gratuita de um livro Colecção Plutão Universus oferta da editora Universus

Oferta/surpresa adicional da Ourivesaria Nova do Carregado.

Almoço/jantar para duas pessoas no Café Restaurante A&A - Lugar da Torre - Carregado - Alenquer 

-2º Prémio; Sessão fotográfica oferta do poster... Degradê Fotografia e acessórios de moda... Alenquer

Pack massagem à coluna e uma aula de ginástica à escolha...SPA Natália Lopes...Alenquer

-3º Prémio; sessão fotográfica com oferta de foto em tamanho A5 ... Degradê Fotografia e acessórios de moda...Alenquer

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Agora peguem nas canetas e boas inspirações!